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Partido Popular marca convenção para 23 de Janeiro e congratula-se com exoneração de Francisco Tavares
Política

Partido Popular marca convenção para 23 de Janeiro e congratula-se com exoneração de Francisco Tavares

O Partido Popular decidiu este domingo, 10, na sua reunião quinzenal, marcar a realização da convenção do partido para o dia 23 Janeiro e reflectiu sobre a nomeação de Óscar Santos, que considera "inadequada", e a exoneração de Francisco Tavares, por não reunir as condições para o efeito.

Em declarações à Inforpress no final da reunião, o porta-voz do PP, Juvenal Furtado, aproveitou para convidar a todos os cabo-verdianos, no país e na diáspora, a participarem no congresso cujo objectivo é eleger, renovar e reforçar a ideologia, valores e princípio do partido como um partido de centro esquerda.

“No congresso vamos fazer a aprovação de moções sobre Saúde, Educação, funcionamento do Estado e habitação”, disse.

Segundo Juvenal Furtado, o partido, nesta reunião quinzenal, congratulou-se com a exoneração do cargo, de Francisco Tavares, considerando ter sido uma decisão acertada do Governo, apesar de tardia.

“Congratulamos porque pensamos que o cargo deve ser ocupado por uma pessoa com formação na diplomacia, que do nosso ponto de vista é a mais adequada para este lugar”, afirmou.

Um outro assunto debatido durante a reunião desta semana, foi a nomeação de Óscar Santos para governador do BCV, designação que o PP considera de “inadequada” no fim de uma legislatura, realçando ser um “prémio” para o ex-presidente da Câmara Municipal da Praia.

Quanto à segurança pública e à criminalidade, um tema que o partido da oposição sempre tem agendado nas suas reuniões quinzenais, foi considerado como um mal que vem aumentado no país devido à pobreza extrema e ao desemprego que atinge a camada juvenil.

A reunião de hoje, segundo frisou, serviu também para se analisar o uso e venda das drogas pesadas, facto que PP admite não estar a resultar por falta de vontade política, mais do que por falta de recursos humanos, atribuindo ainda culpas ao desleixo dos tribunais e do Ministério Público.

Com Inforpress

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