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Policia Militar Cabo Verde 2006

Ministro da Administração Interna quer militares a fazer o patrulhamento das ruas, enquanto se mantiver a greve dos agentes da Polícia Nacional, iniciada ontem e que vai até amanhã, 29. Em 2014, o MpD, hoje no Governo, era contra essa ideia.

Flash-back: em Outubro de 2014, o Ulisses Correia e Silva, líder do MpD, na altura na oposição, reunia-se com o ex-primeiro-ministro, José Maria Neves. Sobre a mesa, entre outros assuntos, a decisão do então Governo de colocar a Polícia Militar nas ruas da cidade da Praia para ajudar a estancar a onda de criminalidade na capital.

Neves socorreu-se da Constituição da República para argumentar que as Forças Armadas (FA) podem, sob o comando da Polícia Nacional (PN), fazer o trabalho de segurança e de ordem pública. E que o seu Executivo tinha que “dar sinais claros e aqui não pode haver cedência, que não estamos a ajoelhar-nos ou a resignarmo-nos perante qualquer acto criminoso a nível do país”, reforçando que era necessário “muscular a presença da polícia na rua e as Forças Armadas vão continuar a fazer o seu trabalho complementarmente ao da polícia”.

O MpD, que já se tinha posicionado contra o envolvimento dos militares na segurança pública, manteve a posição. “Primeiro há que se respeitar o quadro legal existente”, disse na ocasião Ulisses Correia e Silva, referindo que “ainda há o problema da especificidade das funções como também da imagem”. “Não podemos passar a mensagem de um país militarizado”, sustentou.

As circunstâncias de há três anos e as de hoje não são idênticas. Em 2014, a medida era forçada pelo aumento vertiginoso da criminalidade ante a ineficácia da polícia. Desta vez, é a própria polícia, em busca dos seus direitos, que suspende os trabalhos no terreno, em época festiva e mais propensa a assaltos contra pessoas e propriedades, obrigando o Governo a recorrer aos serviços da Policia Militar. Ainda que pontualmente.

Comentários  

0 # piriquito 04-01-2018 13:21
espero que desta publiquem>

Ah nôs jornalistas,jornalecos.

O josé Maria queria COLOCAR os Militares, fazendo papel de Policias, permanente nas ruas, (até que eu na altura não contra, porque não faziam nada nos quartéis).

Mas o que a Lei diz é que se pode pôr os Militares na Rua, mas devido a necessiades pontuais, nada mais e isso é português nada mais, não éassim Leta?

Gostam é de confundir os distraídos.

Ciente
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0 # Daniel Carvalho 30-12-2017 16:46
Parem de brincadeiras.Por sinal, Ulisses não tem ninguém no seu Governo que alguma vez foi militar. Não basta silves leituras livrescas para se entender de certas matérias.
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0 # Caboverdiano 29-12-2017 13:05
tudo k kel primero ministro frako la ta fazi e oposto a o ke ta flaba como opositor. Ta da santiago Magazin mas um parabens pmd e unicoo k ta consig fazi ponti e relação na noticia. se nhos fazi mas nhos ta odja ma na cada ason d es converno e contraditoria o kes flaba...incoerencia di maz...da nojo
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+1 # Justino Santos 29-12-2017 12:14
Nao nos escusemos nas tais "circunstancias de Hoje e de ontem", é só mais um caso..
Nao se lembram, por exemplo do Elisio Freire ter ido ao Parlamento de dizer que Cabo Verde tem a electricidade mais cara do mundo..
A agora? Foi diminuída o preço da electricidade?
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+1 # piriquito 29-12-2017 12:02
Vocessão jornalistas? duvido.

O que o Ulisses protestou era contra o uso dos militares permanentes. E que o uso deveria ser sim, mas pontual.
Sào duas frases com sentido diferente do que vocês pôe no titulo "contra as tropas na Rua".
Parem deixem só a Leta atacar,ela mininu di mandadu,agora vocês jornal e jornalistas, tenham dô.
Fui.
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0 # Justino Delgado 29-12-2017 09:32
"As circunstâncias de há três anos e as de hoje não são idênticas. Em 2014, a medida era forçada pelo aumento vertiginoso da criminalidade ante a ineficácia da polícia. Desta vez, é a própria polícia, em busca dos seus direitos, que suspende os trabalhos no terreno, em época festiva e mais propensa a assaltos contra pessoas e propriedades, obrigando o Governo a recorrer aos serviços da Policia Militar. Ainda que pontualmente." Estou à espera da reação do JMN e da JHA à esta esta afirmação. Não o fazendo, ou mente o jornal; ou mente a JHA; ou mente o JMN ; ou mentem todos.
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0 # Lombotanquense 29-12-2017 00:57
Disso toda a gente lembra. Mas o MPD está a governar baseando nas atitudes tomadas pelo anterior governo, ou seja, tudo aquilo que foi feito no passado, está a ser feito no presente. Não há inovação e nem imaginação na governação. Qualquer país sério, onde os governantes são sérios dão muito valor as suas forças de segurança, porque sabem que dependem dessas forças para terem sucesso na governação e na área de segurança pública.
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