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Por: Alvaro Ludgero Andrade
 alvaro

Sexto dia de relatos verídicos de pessoas que ainda podem “dar fé” de milagres reais feitos por Deus.

As histórias de milagres perturbam os que não as entendem, que não creem ou que as relegam para o campo da ignorância. Ou seja, os que acreditam são ignorantes, facilmente levados pela lábia de qualquer “vendedor de banha”, fracos, etc.

Nada de novo. Na Verdade Absoluta, lemos que “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias e as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes”.

Não acreditar num milagre é normal, mas eliminar a evidência é completamente impossível. E quando os abençoados estão aí para “dar fé” a marca é ainda maior.

Agosto de 1991, uma menina de quatro anos de idade tem um diagnóstico que deixou os pais, familiares e amigos muito preocupados: Um tumor na cabeça. No Hospital Dr. Agostinho Neto, na cidade da Praia, Cabo Verde, a recomendação médica foi: “há que seguir para o exterior porque aqui os recursos são limitados”.

Os passos foram dados nesse sentido, mas os pais e a família, com uma longa tradição de fé, sabiam que, apesar dos médicos ainda terem uma palavra a dizer, eles tinham um recurso sempre à mão: Deus.

Sem tempo a perder, os pais decidiram clamar por cura divina. Pediram ao meu pai, Álvaro Barbosa Andrade, para ungir a criança. Juntos, e depois de um tempo de jejum e oração, a menina foi ungida no templo da Igreja do Nazareno da Praia. Um acto simples: oração e muita fé.

Findo o momento de oração, a menininha, na sua inocência e pureza de coração, virou-se para o pai e disse: “aquilo que estava na cabeça saiu!”

No dia seguinte, ela e os pais seguiram para Portugal, dando seguimento ao recomendado pelos médicos, mas confiando em Deus. Lembro-me de estar em serviço no Sal por aqueles dias e de ter encontrado os três no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, para aquele abraço de solidariedade e confiança.

Em Portugal, os exames foram rápidos e claros: apesar do diagnóstico inicial indicar um tumor agora não havia nada. Desapareceu! Dias depois, os três fizeram as malas e regressaram a Cabo Verde, gratos a Deus por tão maravilhoso milagre. Quando Deus toca…

E quer conhecer os protagonistas deste milagre? Vivos para “dar fé”.

A menina de quatro anos diagnosticada com um tumor no cérebro chama-se Sharnian Araújo Yrahs LimAr, vive na Praia, é casada e economista no Banco de Cabo Verde. Ela é filha do Rev. David Araújo, superintendente do Distrito Sul da Igreja do Nazareno, e de Ana Eunice Araújo, PhD, professora. E como a Sharnian me lembrou, ela também é “neta de Adriana e Lourenço Lima, e de Alcides e Meríca Araújo”, gente de fé genuína.

Deus continua sendo Deus. Ele é soberano e responde, de acordo com o seu propósito e o coração daquele que pede. É o lindo mistério do milagre.

Acredite se quiser, mas milagres acontecem ainda. Não deixe que a falta de fé, a religiosidade, o ateísmo, a tradição, as ondas, o saber, o afastem do seu milagre. Basta ter fé!

Artigo publicado pelo autor no facebook

Comentários  

-1 # Djuza 29-08-2020 11:36
Penso que Santiago deve ser pluralista no que tange a todo o tipo de crença, mas deveria abster-se de republicar textos facebookianos de carácter apologético/religioso, cujo intuito é o mero proselitismo
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0 # Luiz Nunes 30-08-2020 00:56
Querer que alguém acredite em milagres com CUSTO ZERO é fazer que a luz resplandeça nas trevas!
Aliás, não houve qualquer convite a nenhuma denominação (E sou alguém que vou a uma outra Igreja sem ser a Igreja do Nazareno).
Entretanto, como já diz o ditado: "Contra fatos não há argumentos!" resta ao anônimo o lamento. Que triste, deveria fazer como todos nós que lemos o texto e dar sim o devido RECONHECIMENTO: DEUS continua sendo DEUS!
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0 # Djuza 30-08-2020 15:49
Ó Luiz Nunes (qualquer nome na net é anónimo) frequentes a igreja que frequentares, para mim todas as formas de religião organizada são reles formas de obscurantismo.
Mas saiba que este que aqui escreve quando precisa de discutir religião socorre-se de Santo Agostinho, São tomás de Aquino, Duns Escoto, Averroes, Nietzsche, Bertrand Russel, Duns Escoto, Nicolau de Cusa, Jeronimo Savaronola e tantos outros, apenas para se munir de argumentos contra a crendice. Adores quem adorares, isto é problema teu, mas um projecto jornalístico sério, como é reconhecidamente Santiago Magazine, não deve descer à prédica ou a catequese facebookiana. Disvirtua o projecto. Tenho dito.
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0 # Luiz Nunes 30-08-2020 19:09
Sr anónimo, a diferença de alguém que conhece quem escreve e quem conhece quem faz, é astronómica! Invista o seu tempo para ter o verdadeiro conhecimento, e ELE o libertará.
Aliás, pra já, deveria ter seguido o conselho do autor da matéria:
"As histórias de milagres perturbam os que não as entendem, que não creem ou que as relegam para o campo da ignorância."
Não me impressiona pelos escritores que conhece pois minha vida mudou quando conheci a Palavra e experimentei o relacionamento com a PALAVRA Viva.
Selah
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0 # Djuza 31-08-2020 13:52
Anónimo que usa nome Luiz Nunes (dado que um nome na net não é nome nenhum), estou a gastar o meu verbo contigo: enquanto eu luto por aquilo que faz do humano, isto é, a racionalidade do livre arbítrio, tu vens com patranhas de analfabeto em questões filosófico-teológicas, bolsando patranhas e crendices. Alguém o impede de crer no que crê? Não, apenas não quero ver Santiago Magazine transformado num palco de catequese
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0 # Luiz Nunes 02-09-2020 21:03
Só rindo.
"apenas não quero ver SM transformado num palco de catequese..."
Não deve ser sério tal desejo. A pluralidade das informações é algo que faz de qualquer periódico ter credibilidade nas informações. Escolher o "que noticiar" ou publicar, não é reportar. Milagres devem ser reportados, e como o site mesmo diz, é um Magazine. Claro, alguém tão Çábio (com ç insisto!) deve saber o que significa Magazine e sua pluralidade...
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