Pub
Por: José Luiz Tavares

 JTL Brasu Maradu1

Dja n fla-s ma nha pitada

ma el ka ta mukadu

pa bagu branku’l txada

na braku musgedjadu

 

kô ndoxa nomi ô kor

ti [b]u bira raganhada

pa mundu da-u valor

poi vos di matxikada

 

nun pé imita avion

na otu só strubon

ta ronka mô baxon

ta stika na kel un ton

 

(konbersu maskadjon

konxedu ti rifon

é ka kualker tonton

ki ta po-m mô na txon)

 

na nhanha bonbolon

ki mi n toma benson

n prende ben lison

ma branku ka mondon

 

nun óra n sta na séu

na otu ale-m na téra

mas pa ragasa-m nha véu

nen ku ronku’l géra

 

argi bu grita nomi

p’es ka txoma-u nungen

sikré na tenpu’l fomi

bu ka kreka di len

 

sakedu si bu kre-m

nina-m na palmu mô

ami kel ki lenbe-m

ta froxa-m tudu nó

 

n ka nobu’l binten

nen n ka bedja di pó

mas ami pa rabate-m

só forsa di des mô

 

nha nomi é tezon

pilidu é pidi n da-u

si [b]u ben sen mansidon

n ta bira lakrau

 

kelotu é paxon

ti txiga kapiton

(kel stória di rinka-finka

gosi é só pa brinka)

 

talina lau-lau

katota juana branka

si [b]u da-m n ta muka-u

(mas na preta gó djô tranka)

 

ka bu fase-m tabanka

ka bu rufa-m tanboru

si [b]u ben ku forsa d’oru

ku ronku bu ta disbanka

 

Comentários  

0 # Milícia Digital 21-09-2020 09:52
Fez bem o o poeta em ter reagido à tentativa de manchar a sua re[censurado]ção. Ele já percebeu o poder das guerras nos meios digitais.
Quanto ao Domingos Landim, que num primeiro momento cavalgou vergonhosamente a onda, carregará para sempre essa mácula. Ele que não se descuide, que o rapazinho de Txonbon não esquece.
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0 # Purgunta di Nhordês 16-09-2020 17:20
Purgunta: Djuzé Luiz Tabari, kuzé ki bu faze mundu ki mundu ta odia-bu tantu si?

Rasposta: Nhordês é pamodi mi bon i mi é balenti i es ka pode ku mi.

Nhordês: Ah ah ah ah, ka pu faze-m ri, ki deus ten ki anda senpri ku kara runhu. Antan kontinua si. Gosi gó é ordi ki n da-bu.

Tabari: Nhordês, mi é obidienti, n ta faze suma nhô manda-m
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0 # Fred Furakon 15-09-2020 14:07
«Basta ver a montra para se adivinhar as misérias no armazém.»

José Luiz Tavares, poeta
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0 # OBSERVADOR IMPARCIAL 15-09-2020 12:48
Tiveram entrada de camelos famélicos, saída de ratazanas covardes e desnorteadas. Meteram a viola no saco e abalaram para outra freguesia. Pudera, são covardes, mas não são tolos. Para a próxima pensarão melhor antes de levantarem lebres fétidas contra quem sempre saberão incapaz de tal usurpação. Com tantos prémios pelo mundo o JLT iria logo atrás desse misgo? Agora falta-nos saber se quem editou a página da Wikipédia fê-la por simples distração, ou se introduziu aquilo com o intuito de cavalgar a onda, dado que o erro (se não for tramóia) é evidentíssimo).
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0 # Pseudo Tavares 15-09-2020 05:22
Não, Domingos Landim de Barros, continuas a fazer cálculos errados. «Roma locuta, causa finira est», pensas tu. Não, «alea jacta est», os dados estão lançados e rodam implacavelmente na tua direcção. O Tavares vai retribuir-te a imbastabilidade e outras amabilidades no tempo azado. Nem penses que «debellatum est», pois a guerra ainda nem começou. Ele não aceitará menos que a «debellatio». Como estudaste direito sabes o que isto significa. Traduzido pa kiriolu di nha rubera: bu nomi é finado.
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0 # Sibila do Marquês 14-09-2020 21:51
Gentis es mundu dijital li go é un perdison: gentis ki nunka ka ler un puema es kaba odja puezia ta fla muka, tezon, pitada, es bira tudu ku tezon ta dedu, ta fla disparati sima ki nu sta na igreja ô na misa. Si nhos tene kosera na kel kau, nhos kosa lonji di li. Ka nhos ben xatia algen li ku nhos iginoransia, xinpanzés.
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0 # Fred Furakon 14-09-2020 18:38
Bom, o palhaço que inventou este assunto prestou, involuntariamente, um valoroso serviço ao José Luiz Tavares. Duma penada acabou com esta história miserável, e, mais importante, descobriu um pérfido e cobarde traidor. Sai uma carrada de limão, ou lixívia para desinfectarem a mente
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0 # Nono Andar Menos 1 14-09-2020 13:10
Frase autorizada do JLT durante a conversa de ontem, aqui na minha tapadinha lisboeta, diante duma fresquíssima cervejola, quando lhe recordei os elogios a quem mostrou aqui à saciedade não os merecer: com o serem canalhas ou simplesmente covardes éticos, não retira valor ao seu trabalho estético.

Fui de vez. Não é preciso ameaçarem-me com canzoada, ou o inferno. O meu trabalho está feito, conseguindo fazer ver ao José Luiz aquilo que ele não queria ver, mesmo face às evidências. Fui. gozem o futuro.
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0 # Djuda Pa Txupa Limon 14-09-2020 11:13
Visto como uma entidade formal, esta poesia parece querer escapar, pelo menos aparentemente, às tendências contemporâneas das últimas duas décadas, sejam os micro-realismos, os vastos vitalismos ou até as nostalgias sem objecto que perpassam os niilismos reinantes, imoladores e fragmentados (ditos de si mesmos com ou sem qualidades). O tipo de construção operática e orgânica de José Luiz Tavares, amalgamado ao “luxo de barrocas sonoridades” (II-36), é, contudo, permeável, a registos de natureza coloquial, a ritmos que aplainam e libertam a solenidade e ainda a intertextos variadíssimos (e a ecos das modas actuais) que são fluidamente absorvidos pelo sucessivo amarar da linguagem. É neste tipo de tensão entre materiais clássicos e materiais disruptores que a poética de Rua Antes do Céu se distende e ganha o seu fulgor próprio.

Luís Carmelo

Texto completo aqui https://santiagomagazine.cv/index.php/mais/ponto-de-vista/1358-rua-antes-do-ceu-ou-a-intacta-imanencia-na-poesia-de-jose-luiz-tavares
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0 # Nono Andar Menos 1 14-09-2020 10:03
UMA BELEZA FEROZ
(Sobre «Rua Antes do Céu» de José Luiz Tavares)


Reunindo neste livro duas partes, intituladas respectivamente «Telhados Longínquos» e «Rua antes do Céu», cujo capítulo dá o título a este volume, José Luiz Tavares celebra os cinquenta anos de idade e este foi o pretexto para a publicação da obra, como o próprio o afirmou numa entrevista ao Diário de Notícias. Não teria esta razão qualquer interesse literário se José Luiz Tavares não confirmasse, mais uma vez, a altíssima qualidade da sua poesia, reconhecida pela crítica.
Desde sempre acompanhei a sua escrita, o que me permite ter um olhar circunstanciado sobre a evolução da sua oficina. Um trabalho prolífico, sabemo-lo, marcado por um enraizamento firme na tradição poética cabo-verdiana, mas igualmente na tradição portuguesa. E, havendo nomes da poesia cabo-verdiana a destacar, José Luiz Tavares é certamente um dos mais interessantes poetas, tanto pela riqueza vocabular como pelo domínio do ritmo e da métrica, habilmente trabalhados numa oficina de pendor formal, porém nunca esvaziado da sua relação com a realidade e com o quotidiano. E é sobretudo nesta obra de plena maturidade que esse domínio simultaneamente formal, prosódico e retórico se afirma e se assume inteiramente.
Este é essencialmente um livro nostálgico, sem que o poeta resvale para qualquer espécie de complacência. A sua nostalgia poética, chamemos-lhe assim, é marcada por um território físico e simbólico e os dois capítulos dizem respeito a uma perda, configurando-se esta como o topos central da obra. Não há nenhum acaso na epígrafe escolhida pelo poeta: um verso de Roberto Juarroz: «Reconquisto-me investigando a ciência da perda». A perda a que o sujeito poético alude possui vários significados, o que não é nem espantoso nem inédito no caso presente, em que o seu alto coturno poético se entrelaça com o pensamento, não devendo nunca esquecermo-nos da formação filosófica do autor.
Iria mais longe dizendo que, mais do que de uma perda, falamos de luto ou de trauma. Perda da infância, da juventude, ainda que estas não sejam meramente subjetivas, pela dureza, mas também por uma «beleza feroz» de que é feita a agreste matéria que foi a matriz da sua experiência durante esses períodos, conferindo à escrita uma aspereza inevitável. Tudo é «estrondos e » há uma violência implícita nesta poética que dificilmente se esconjura no rigor da metáfora, como lemos: : «Esperança, portão cerrado, eu reverdecesse / tal catavento num alto estio, nas alturas / que bastam ao sustento do olhar, / polidamente lambendo a orla do passado / (ninguém sabe até onde a memória finca /as suas dobras), abrindo espaço à ilusão, / esse chão onde semeamos o grão de vida / nossa, pobre mas incansável na espreita / da grande incandescência» (24).
Este furor a que se alude está «na espera da grande incandescência», porventura a utopia inscrevendo-se na experiência da banalidade e do quotidiano. E se essa mancha se inscreve claramente nesta poética, nas mais diversificadas formas de prosódia utilizadas pelo seu autor, a sua leitura não se plasma numa camada única, mas desdobra-se nos seus vários níveis críticos e nas diversas possibilidades de interpretação.
Repetimo-lo: se a violência se inscreve, desde logo, na poética de José Luiz Tavares, é todavia na ironia que reconhecemos o que melhor caracteriza o tom do sujeito poético, desde logo no primeiro poema: «dá-me musa o coice / que do alto dos telhados / me atira ao chão / e ao levantar-me / eu não veja estrelas / mas a boca tenha pejada / de pedras ou de palavras / (tanto faz)» (13). A invocação da musa convoca uma tradição e uma banalidade poéticas que poderiam indicar uma banalidade da sua sequência, mas é no modo como a voz poética desconstrói a formalidade do discurso e da retórica utilizadas que se apura o seu domínio poético e se potencia o efeito expressivo da sua prosódia, sempre próximos do desencanto e de uma aspereza que vivificam o poema.
A invocação da musa, esse gesto banal enunciado no início, irrompe da consciência da perda dos elos e de uma harmonia que se sabe definitivamente perdida, porventura um apelo nostálgico, mas advém igualmente como advertência «escoiceante», para o parafrasearmos.
Nesse poema, as estrofes que remetem para a reversibilidade entre palavras/pedras, esse «(tanto faz)» a que alude o poeta, reenviam-nos para um tempo em que o arremesso se inscreve nas palavras. A sua tarefa, mais do que compor a rima, trabalhando a prosódia, é este, o de alertar para um desalento que percorre a cidade, onde o vento precede o aviso da tormenta e o perigo iminente da subida das águas, o de um excesso transbordante da linguagem que nunca chega para dizer a aspereza ou voz tonitruante do trovão ou o seu relampejar, o coice brutal da experiência do quotidiano. Mais do que falar dessa brutalidade, ele reclama o conhecimento de um «horror a fundo» (16). Pouco interessa se este «horror» é ou não experienciado, mas sim o magma que é trabalhado enquanto matéria poética e humana, condição ínfera de criatura que tudo irmana. E olhar do alto esses «telhados longínquos», também «dolentes», permite-nos inferirmos uma distanciação spleenética em que o olhar se move nessa lentidão sonambúlica de alguém que observa do alto o horror do mundo e que tenta (talvez) recompor o sentido de algo que é dele destituído.
Frequentemente, o sujeito poético descreve esse horror, referindo que não é construído senão como uma encenação possível do mundo que convoque não os factos, mas a dúvida, como nos diz no poema da página 16, para que ela «talvez / nos levasse ao porto de partida, / mas sempre foi a morte industriada / nesses jogos de apanhada». E os telhados dolentes guardam ainda uma esperança derradeira, a do melancólico, enunciada nos versos da penúltima estrofe do poema: «que os meus olhos se demorem nessas / praias onde uma humanidade reflui / às portas das fronteiras».
Existe neste ciclo uma oscilação constante (e atrever-me-ia a designá-la como um gesto romântico, no sentido próprio do termo) entre a experiência do sublime na linguagem e a consciência do desalento, esse saber de que se está à beira do abismo, insinuadas no poema da página 18: «Poema, sopro asmático do que / certos dizem alma, a quanto me obrigas / na baía da exausta lida: acender a mecha para o salto e cair / numa curta sebe de metáforas / que sequer é oscura selva / no meio do caminho da nossa vida». O nome de Dante é invocado, como o são os de Homero e Virgílio, mas a verdade é que os seus heróis se apresentam sempre enredados na sua condição de criaturas, seja ele Ulisses, «um velho meio cego» ou qualquer um outro, cuja morte sempre espreita. São a decadência, o fedor, a doença, as marcas de uma fragilidade da condição humana que a poesia não consegue salvar. E é neste limbo, o de um ensimesmamento em torno da condição frágil do humano, sem que isso diminua o trabalho poético de José Luiz Tavares, que o poeta se coloca. É dele que a sua poesia retira os seus efeitos, sendo igualmente dele que a sua grandeza é feita. Em tom de advertência e de recusa da bela metáfora, da bela ilusão, tomando para si a tarefa de avisar a poesia para a armadilha da metáfora. Numa cavalgada feroz e num corpo a corpo com o latejar da linguagem, o poeta reclama esse furor (20) e as regiões inóspitas do pensamento, usando todos os dispositivos retóricos para nos dar conta «desse desafio à vida» e da morte que viceja no vivo, palpitante na vida urbana, no seu lado mais miserável e do qual o trapeiro é o seu sinal mais decadente, mas também o mais glorioso.


Maria João Cantinho (Doutorada em Filosofia). Texto publicado originalmente na Revista Colóquio-Letras, Fundação Calouste Gulbenkian
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0 # Nono Andar Menos 1 14-09-2020 08:41
Não, Nhu Observador, eu aqui do Nono andar menos 1, observando o passado e o presente, com dados factuais no comentário de ontem, pus a limpo o verdadeiro larápio, mas isso o Místico Ádvena não comenta, nem se atreve a comentar, pois o pouco brilho lhe há-de cair se ele assumir a verdade dos factos. É certo que lhe tenho dado uns tabefes valentes, mas é só para me divertir, porque com essa coisa de covid 19 os espaços de diversão estão todos fechados. Agora o que interessa são os factos que estão estampados no comentário de ontem. Enquanto ele não se demarcar desses cães e dizer que o grandessíssimo poeta josé Luiz Tavares não pode ambicionar prémios que ele já ganhou, reganhou e tresganhou não o largo. Ele não pode dizer simplesmente «o José Luiz falou». Não é suficiente face à gravidade da falsidade im[censurado]da ao vate de Txonbon. Ele tem o dever de demarcar-se claramente. Ao Tavares sei que nem o Camões é horizonte para ele, porque escritores medíocres de segunda classe já o ganharam em Cabo Verde, com o beneplácito dele, que esteve no júri. Ao Tavares vou propôr-lhe para o Nobel, para que vossas excelências fica ta sabe ma catchor ca ta djuga ku lion.
Informação de última hora: ontem em conversa com o poeta José Luiz fiquei a saber que ele foi dos primeiros a felicitar vivamente o vencedor do prémio de 2018. Agora ele ficou a saber o que é dar corda e confiança a cachorros. (Dja n bai nha caminho, que isto para mim acabou, morreu). Peço ao Tavares que nos dê mais um dos seus poemas/rap na língua de téra para que os cachorros venham aqui uivar a sua frustração, por não conseguirem chegar aos calcanhares de quem é enorme). Assinado: Admirador do nono andar menos 1, mais conhecido por tapadinha.
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0 # Observador 14-09-2020 04:03
Os larápios foram apanhadados e estão desorientados. Força Landim
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0 # Místico Ádvena 14-09-2020 03:17
ÓÓ canalha de "Familia" e cão-de-fila, o que foi transparente desde início? Tem a obrigação de explicar. Uma data de cães vadios e parasitas a ululzr à toa. Dei por terminado desde ontem, apesar de ... Mas, enfim. Eu não queria peder tempo com bocês, mas já que estão a agir em conjugação de esforço, então vamos à luta antes que transformé uma grande mentira em verdade. Julgam vocês o quê? Eu, medo de mascarados? Estão a brincar.
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0 # Místico Ádvena 14-09-2020 03:02
Nono Nono Andar Menos - 1, Domingos Landim está tão à vontade, que anda com destapada para que as tuas mentiras e trafulhices não façam escola. Dou-te até amanhã para parares com palhaçadas. Senão, tu vais conhecer a minha garra de lidar a lidar com cobardolas. Não tens vergonha e és claramente um indecente. Então, vens com cara insultar de cara tapada e reclamar que eu é que tapo a cara? É préciso muito falta vergonha. Tu deves estar é a rir-te da tua própria palhaçada. Tu és uma Pessoa diabólica que prétende tirar a sossego às pessoas. Que individuo reles e mesquinho! Será que não mais nada a fazer, a não ser criar conflituosos com todo o mundo, mesmo sabendo que és vonscientemente culpado de tudo isto. Deixa-me em Paz e aprende a ser homem. Falas demais, caramba! Paciência tem limite. Se te tolerei zté ao Momento foi apenas para salvaguardar o mínimo de amizades passadas. Como é que confundir contenção verbal com medo? Eu não tenho de ti.Si bu continua ta garbata, n ta larga nhas cães.
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0 # Místico Ádvena 13-09-2020 23:59
Nono Andar Menos 1, "corrido de Lisboa como um cão"? Um nacional português, com todos os direitos civis e políticos intactos? Agora passou para saga de mentiras e calúnias? É o vale tudo? Não, fique sozinho. Não confunda medo com a falta de pachorra para discutir boçalidades. Está a ameaçar quem? Julga você dono da verdade e do país? Estou aqui de cara despatada, porque só tenho uma: de ontem, hoje e amanhã. E représenta, naturalmente, Domingos Landim de Barros. Para quê envolver os nomes de tanta gente. Se é Domingos Landim que prétende destratar, destrata só ele e mais ninguém. Por mim o assunto tinha morrido ontem, mas, ao que parece, você está interessado em arrastar a peleja, sabe lá Deus porquê. Deve ter alguma razão sobre natural para tanto. Outra coisa, sou o único cabo-verdiano com teclado em Francês pelo mundo Fora ou será que atribuir-me tal qualidade passou a uma nova obsessão sua? Por amor de Deus!!!
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0 # Nono Andar Menos 1 13-09-2020 21:46
Domingos Landim, agora que o poeta josé Luiz tem-te ferrado na ponta do anzol dele, estou a rir a valer. Teres ofendido o poeta de cara tapada, pensando que não ias ser descoberto, foi o teu suicídio, patife. O teu segundo erro foi tentares arrebanhar o grande Sócrates de Santiago e quando não conseguiste desataste a ofendê-lo. Olha o poeta, ora afrouxar a linha, ora a esticá-la. Ele mostrou-te agora o procedimento básico das técnicas que ele usa, que é a análise (comparativa) lexical. Foi assim que ele apanhou há uns anos (lembras-te, salafrário?) a colunista do jornal a Semana, a portuguesa Otília Leitão. Eu já te tinha avisado. Bu juis, bu oredja. Resolveste suicidar-te, então o problema é teu. Ainda bem que pude ajudá-lo na identificação do prevaricador reles. Dja nhu kala? Já não há corcundices, fameliquices e outras momices e patetices? Nho ki nxina-m kumenta ku rostu tapadu. Pur isu, gardisedu, nhô.
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0 # Milícia Digital 13-09-2020 17:22
Erram aqueles que acham que o José Luiz Tavares não deve vir aqui. É desse juízo apegado às formas tradicionais de comunicação, mas desfasado da nova realidade digital, que se têm aproveitado os fascistas e populistas para prosperarem em todo o lado, como se viu no Brasil, EUA, Itália, Reino Unido, etc.
Fez muito bem em vir desmontar a bomba (afinal só um flato fedi), e no mesmo passo desmascarar aqueles que o tentaram atacar de cara tapada. Com os pontos nos ii pela sua própria pena, pelos dados e pistas carreados pelo Nono Andar Menos 1 isto só nos leva a um único local e personagem. Se ele tivesse ficado calado, alguns, que não eu, pensariam que os porcos tinham razão. Agora que foram apanhados e desmascarados, e o José Luiz promete pancada da grossa quero ver como vão distorar. Ou como diria o meu avô santantonense «quem ndem ku, né cmé mel», ou dito em badio txaskam «quenha ki ka ten ku ka ta kume mel di forma».
Pupu ta corre sima tcheia ti tchiga mar.
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0 # JLT 13-09-2020 14:34
Tomei nota das pistas e evidências deixadas pelo comentário de Nono Andar Menos 1. Contém coisas que não podem ser ignoradas, mas por ora citarei apenas a flagrante omissão em demarcar-se da óbvia tentativa de enlameamento. Sobre o resto ponderarei se devolverei à procedência, com alguns troquinhos a mais, as «corcundices», «fameliquices», «imbastabilidade» e outras pataquices. Ou como escreveu, com justeza, o aqui encapuzado: «kenha ki da si pedi, pa treme si kadera. Largu, ô si gosi dja bira-s stretu, prublema di sês.
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0 # Nono Andar Menos 1 13-09-2020 13:39
O Domingos Landim pensa que isto acabou, mas não acabou. Sim, fui eu que chamei a atenção do José Luiz Tavares para as perfídias que tens estado a espalhar na net (vantagens de viver em lisboa, na tapadinha, donde fugiste como um cão).
Voltamos a perguntar: porquê é que o Domingos Landim de Barros não veio demarcar-se claramente, sem tuntunhi, das tentativas de ataque ao Poeta? A quem aproveitou o crime? Coloquemos (apenas por hipótese teórica, pois, a suposta erudição com a citação latina e o teclado francês voltaram a denunciar-te outra vez, que não és tu o autor dos tais comentários de cara escondida) o seguinte ponto: se o Landim ficou na varanda a ver esse cortejo, nojento é moralmente cúmplice, pois quando se tenta atacar um escritor da estirpe do José Luiz são todos os escritores os atacados. E tu, Domingos Landim de Barros, deves isso ao Tavares mais do que todos, pois a tua jactância e pouca fama vêm única e exclusivamente dos elogios públicos que ele te tem feito. Inclusive no grande texto de combate que ele publicou no Expresso das ilhas em finais de março de 2017 a estraçalhar a estátua oca da Vera Duarte. Lembras-te, mal lobado?! Aliás, não és tu Domingos Landim de Barros, que, aquando da monumental surra que o poeta de Txonbon deu ao Abraão Bitxento, num dos comentários (quando o Silvino Évora de Txonbon apareceu por lá apenas para dizer que aquele Silvino Évora não era ele) o invectivaste dizendo se era só o que ele tinha a dizer, se o monumental texto não lhe merecia nenhum comentário? Lembras-te?
Agora vamos à petite histoire (sei francês e nem preciso do dispositivo electrónico que te tem denunciado) do Prémio Corsino Fortes 2018. Este prémio começa por um golpe de secretaria engendrado pela presidente da ACL, Vera Duarte (que o Tavares tinha sovado), pelo Daniel Medina, vice-presidente da ACL( que ainda resmungou umas babosidades pelos cantos, mas não teve a coragem de vir a público defender a senhora) e pelo Danny Spínola (quando ainda era teu amigo, antes de se zangarem, e que, como sempre, fez-se de morto). O tal golpe de secretaria consistiu no seguinte: fazer um regulamento à medida para impedir o poeta José Luiz Tavares de participar no concurso, apondo-lhe um articulado que dizia que o vencedor anterior não poderia concorrer novamente. Razão? Porque
a Vera Duarte, mesmo sendo presidente da ACL, portanto estava impedida de concorrer, mas concorreu, contudo o rapazinho de Txonbon não lhes deu hipótese. ALiás, a vetusta estátua andou a dizer que não fôra a participação do menino de Txonbon seria ela a antecipada e declarada vencedora, como a pescadinha de rabo na boca, que antes de ser já era. Edificante, não é? Acontece que abalizados juristas entre os quais Zé Manel Cabra, autor da lei dos direitos de autor, disseram que aquele clausulado era improcedente para o então concurso e só poderia produzir efeitos em concurso seguinte. O José Luiz só não concorreu di abuso porque era o David hopffer Almada o Presidente da ACL, e ele iria ganhar de certeza, e não queria um imbróglio por causa do David, pessoa que ele muito estima. Vês o desprendimento do homem? Porque digo que ele iria ganhar? Porque sei que ele iria concorrer simplesmente com a obra Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio, que limpou o Prémio Vasco Graça Moura 2018 (entre mais de 500 obras da lusofonia) e que é agora um dos cinquenta e poucos semifinalistas do Prémio Oceanos de Literatura (portanto está entre os menos de 3% das cerca de 1900 obras concorrentes de toda a lusofonia). Portanto, há golpe ou não há golpe? Mesmo que não tenhas participado nele directamente, colheste os seus frutos. Portanto, não armes em sabichão comigo com Roma locuta, causa finira est, que eu deito-te ao chão, mandrião pé de atleta. Louva o Tavares todos os dias da tua vida, por ser ele fautor da parca fama de que gozas.
Há outra coisa que te denuncia ainda: vejam como pararam os ataques quando a tua gula (essa sim, a verdadeira imbastabilidade) foi aplacada pelos pontos nos ii posto pelo poeta nesta choldra, mesmo quando não tinha que o fazer, pois a wikipédia é uma enciclopédia livre (e qualquer mandrião ignorante pode lá introduzir o que bem entender, e havia lá mais de meia dúzia de dados errados, mas tu foste buscar essa do prémio para satisfazeres a tua gula, essa sim, comprovadamente imbastável) e não uma página do José Luiz Tavares nem o seu curriculum, como papagueaste miseravelmente de cara escondida na net? Sabias que o José Luiz Tavares nem internet tem no telemóvel, não está em nenhuma rede social, e mesmo no telemóvel utiliza apenas as funções básicas de chamadas e mensagens, e que o único curriculum dele autorizado é aquele que ele vos estampa nas fuças de cada vez que um texto dele é publicado nos jornais online?Eu próprio tenho mais obra de que tu, corcunda mental; põe-te ao nível do teu chinelo, que eu dou cabo de ti, asno manhento, de cara tapada como tu fazes, e eu faço também aqui agora, ou cara a cara como homem, que não és, pois és uma simples ratazana da internet, como te apodou certeiramente o Grande Sócrates de Santiago. Mantenha, nha irmon Sócras (sima badiu ta fla), bon azágua pa nós tudu.
Para teu governo dou-te esta informação de borla: como sabes o José Luiz é especialista em literatura, com largos conhecimentos de estilística literária e genética textual ou crítica genética(sabes o que isso é, caramelo? Aviso-te já que não tem nada a ver com genitais, que não tens. Se os tivesses, agarrava-te neles até pupares e pedires perdão) e ele pode apanhar qualquer um cuja obra ele tenha lido, ou até textos avulsos publicados em letra de imprensa. Isto para te dizer que eu apenas lhe indiquei a direcção, as conclusões serão dele, necessariamente. A resposta vai ser assimétrica, mas justa. (Esta é de borla, para ti que tens a mania que foste militar de elite, pé di pitxoka). Vou ficar a ver, a comer pipocas doces e a dar gargalhadas aqui da varanda da tapinha quando ele te deitar as mãos. Shame you, falso e mal lobado! És tão manhento e cobarde que depois da razia na porcaria que o José Luiz fez com o seu esclarecimento, a que não estava obrigado, mas fê-lo simplesmente para, mais uma vez, atirar a sua verticalidade contra a vossa cobardia, limitaste-te apenas à evidência «o José Luiz falou». Dja n ká mixa kaisa só di ri. Palhaço, mete-te com alguém do teu tamanho e da tua desimportância.
Espero que o teu amigo aqui do SM não bloqueie o comentário. Se o bloquear, publica-lo-ei noutro espaço, para teu desespero, porcaria.

Do nono andar, com vista sobre Lisboa, e pertinho do céu.
Responder
0 # Nono Andar Menos 1 13-09-2020 13:39
O Domingos Landim pensa que isto acabou, mas não acabou. Sim, fui eu que chamei a atenção do José Luiz Tavares para as perfídias que tens estado a espalhar na net (vantagens de viver em lisboa, na tapadinha, donde fugiste como um cão).
Voltamos a perguntar: porquê é que o Domingos Landim de Barros não veio demarcar-se claramente, sem tuntunhi, das tentativas de ataque ao Poeta? A quem aproveitou o crime? Coloquemos (apenas por hipótese teórica, pois, a suposta erudição com a citação latina e o teclado francês voltaram a denunciar-te outra vez, que não és tu o autor dos tais comentários de cara escondida) o seguinte ponto: se o Landim ficou na varanda a ver esse cortejo, nojento é moralmente cúmplice, pois quando se tenta atacar um escritor da estirpe do José Luiz são todos os escritores os atacados. E tu, Domingos Landim de Barros, deves isso ao Tavares mais do que todos, pois a tua jactância e pouca fama vêm única e exclusivamente dos elogios públicos que ele te tem feito. Inclusive no grande texto de combate que ele publicou no Expresso das ilhas em finais de março de 2017 a estraçalhar a estátua oca da Vera Duarte. Lembras-te, mal lobado?! Aliás, não és tu Domingos Landim de Barros, que, aquando da monumental surra que o poeta de Txonbon deu ao Abraão Bitxento, num dos comentários (quando o Silvino Évora de Txonbon apareceu por lá apenas para dizer que aquele Silvino Évora não era ele) o invectivaste dizendo se era só o que ele tinha a dizer, se o monumental texto não lhe merecia nenhum comentário? Lembras-te?
Agora vamos à petite histoire (sei francês e nem preciso do dispositivo electrónico que te tem denunciado) do Prémio Corsino Fortes 2018. Este prémio começa por um golpe de secretaria engendrado pela presidente da ACL, Vera Duarte (que o Tavares tinha sovado), pelo Daniel Medina, vice-presidente da ACL( que ainda resmungou umas babosidades pelos cantos, mas não teve a coragem de vir a público defender a senhora) e pelo Danny Spínola (quando ainda era teu amigo, antes de se zangarem, e que, como sempre, fez-se de morto). O tal golpe de secretaria consistiu no seguinte: fazer um regulamento à medida para impedir o poeta José Luiz Tavares de participar no concurso, apondo-lhe um articulado que dizia que o vencedor anterior não poderia concorrer novamente. Razão? Porque
a Vera Duarte, mesmo sendo presidente da ACL, portanto estava impedida de concorrer, mas concorreu, contudo o rapazinho de Txonbon não lhes deu hipótese. ALiás, a vetusta estátua andou a dizer que não fôra a participação do menino de Txonbon seria ela a antecipada e declarada vencedora, como a pescadinha de rabo na boca, que antes de ser já era. Edificante, não é? Acontece que abalizados juristas entre os quais Zé Manel Cabra, autor da lei dos direitos de autor, disseram que aquele clausulado era improcedente para o então concurso e só poderia produzir efeitos em concurso seguinte. O José Luiz só não concorreu di abuso porque era o David hopffer Almada o Presidente da ACL, e ele iria ganhar de certeza, e não queria um imbróglio por causa do David, pessoa que ele muito estima. Vês o desprendimento do homem? Porque digo que ele iria ganhar? Porque sei que ele iria concorrer simplesmente com a obra Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio, que limpou o Prémio Vasco Graça Moura 2018 (entre mais de 500 obras da lusofonia) e que é agora um dos cinquenta e poucos semifinalistas do Prémio Oceanos de Literatura (portanto está entre os menos de 3% das cerca de 1900 obras concorrentes de toda a lusofonia). Portanto, há golpe ou não há golpe? Mesmo que não tenhas participado nele directamente, colheste os seus frutos. Portanto, não armes em sabichão comigo com Roma locuta, causa finira est, que eu deito-te ao chão, mandrião pé de atleta. Louva o Tavares todos os dias da tua vida, por ser ele fautor da parca fama de que gozas.
Há outra coisa que te denuncia ainda: vejam como pararam os ataques quando a tua gula (essa sim, a verdadeira imbastabilidade) foi aplacada pelos pontos nos ii posto pelo poeta nesta choldra, mesmo quando não tinha que o fazer, pois a wikipédia é uma enciclopédia livre (e qualquer mandrião ignorante pode lá introduzir o que bem entender, e havia lá mais de meia dúzia de dados errados, mas tu foste buscar essa do prémio para satisfazeres a tua gula, essa sim, comprovadamente imbastável) e não uma página do José Luiz Tavares nem o seu curriculum, como papagueaste miseravelmente de cara escondida na net? Sabias que o José Luiz Tavares nem internet tem no telemóvel, não está em nenhuma rede social, e mesmo no telemóvel utiliza apenas as funções básicas de chamadas e mensagens, e que o único curriculum dele autorizado é aquele que ele vos estampa nas fuças de cada vez que um texto dele é publicado nos jornais online?Eu próprio tenho mais obra de que tu, corcunda mental; põe-te ao nível do teu chinelo, que eu dou cabo de ti, asno manhento, de cara tapada como tu fazes, e eu faço também aqui agora, ou cara a cara como homem, que não és, pois és uma simples ratazana da internet, como te apodou certeiramente o Grande Sócrates de Santiago. Mantenha, nha irmon Sócras (sima badiu ta fla), bon azágua pa nós tudu.
Para teu governo dou-te esta informação de borla: como sabes o José Luiz é especialista em literatura, com largos conhecimentos de estilística literária e genética textual ou crítica genética(sabes o que isso é, caramelo? Aviso-te já que não tem nada a ver com genitais, que não tens. Se os tivesses, agarrava-te neles até pupares e pedires perdão) e ele pode apanhar qualquer um cuja obra ele tenha lido, ou até textos avulsos publicados em letra de imprensa. Isto para te dizer que eu apenas lhe indiquei a direcção, as conclusões serão dele, necessariamente. A resposta vai ser assimétrica, mas justa. (Esta é de borla, para ti que tens a mania que foste militar de elite, pé di pitxoka). Vou ficar a ver, a comer pipocas doces e a dar gargalhadas aqui da varanda da tapinha quando ele te deitar as mãos. Shame you, falso e mal lobado! És tão manhento e cobarde que depois da razia na porcaria que o José Luiz fez com o seu esclarecimento, a que não estava obrigado, mas fê-lo simplesmente para, mais uma vez, atirar a sua verticalidade contra a vossa cobardia, limitaste-te apenas à evidência «o José Luiz falou». Dja n ká mixa kaisa só di ri. Palhaço, mete-te com alguém do teu tamanho e da tua desimportância.
Espero que o teu amigo aqui do SM não bloqueie o comentário. Se o bloquear, publica-lo-ei noutro espaço, para teu desespero, porcaria.

Do nono andar, com vista sobre Lisboa, e pertinho do céu.
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0 # Para o Oitavo Andar 12-09-2020 13:42
"Roma locuta, causa finira est". O José Luiz ja falou. Que importa que goste ou não goste da obra do sujeito que lhe a replica! Nada. Quem começou por insultant foi você. Tem uma grande apetencia pelo lixo então, siga em frente. Domingos Landim ja fez o mesmo. Continue a fazer intrigas, a ver se résulta.
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0 # Família 12-09-2020 13:23
Ó José Luís perdes o teu tempo a vir aqui esclarecer essa corja o que era transparente desde o início? Tem juízo e deixa-os ladrar
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0 # Oitavo Andar 12-09-2020 12:25
Senegal, há ainda um «problematique», em vez de «problema», no comentário do mesmo dia 12 de Setembro às 06:37.
É-me indiferente que sejas fulano, sicrano ou bertrano. Só quero saber da tua covardia ou coragem para com quem nunca te faltou com ela, o que não é o meu caso, pois, conheço-te como a ginginha da baixa. Enganas o Zé Luiz que é cego na sua admiração literária, que eu não partilho, mas isso é la com ele.
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0 # Oitavo Andar 12-09-2020 12:18
Ponderado (ou desesperado?) o teclado francês do teu telemóvel está a trair-te. Senão reveja o comentário de 12 setembro, 07:47, onde se lê «exclusivité» no lugar de «exclusivo», e o comentário de 12 de setembro, 06:55, onde se lê «temoignages», em vez de «temo». Nós já te tínhamos topado à distância daí termos comentado com o nickname (ou persona internetiana) Senegal, para que te apercebesses que sabemos quem és: um ingrato covarde, pois o Zé Luiz andou a defender e a tentar convencer-me da excelência do teu livro, quando eu sabia que não valia um pataco. Seja homem, deves-lhe isso. Não vale a pena vires injuriar com «parasitismo» que essa já está gasta. Fico aqui à espera para saber se por uma vez és homem, ou se continuas o mesmo bicho de sempre.
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+1 # JLT Poeta 12-09-2020 10:11
Chamaram a minha atenção para a animação que ia por aqui e resolvi vir visitar a feira. E já que cá estou, e parece haver uma fixação torpe na mente de um pária e canalha da internet, sem rosto e sem nome (a resposta do meu amigo e enorme poeta, Domingos Landim, e do Sócrates de Santiago só podia ser a que o mabeco recebeu aqui. E fique ele a saber que este autor foi o primeiro a felicitar o Místico Ádvena pelo prémio justa e merecidamente ganho em 2018) acerca de um inexistente prémio, atribuído a quem o não podia ganhar (pela razão simples de ele não existir e a ele não ter concorrido) pelos génios da wikipédia, aproveito para assinalar que a entrada da wikipédia (quem o edita? Esclareçam-me, por favor, que sou cavernícola nestas matérias, como me apoda, justamente, a minha querida filha) contém muitas imprecisões e erros factuais, a saber:

1: José Luiz Tavares nunca pertenceu ao movimento Pró-Cultura. Na movida literária desencadeada na segunda metade dos anos oitenta na Cidade da Praia, tive a oportunidade de conviver com alguns fundadores e integrantes desse movimento, entre eles José Luiz Hopffer Almada, e a sua dissidência, que viria dar a folha Sopinha de Alfabeto, onde pontuavam Filinto Elísio e Mito, entre outros.
Eu integrava o grupo literário «Aurora», que editou a folha literária com o mesmo nome, fundado por mim e por outros colegas do antigo 2º ano do curso complementar do liceus, em 1987, no liceu Domingos Ramos na cidade da Praia, então um dos dois únicos liceus de Cabo Verde. Após a minha vinda para Portugal, em 1988, passei a ser o representante da revista «Fragmentos» nesse país. Pertencer, nunca pertenci a esse movimento;

2: Na relação das obras que me são atribuídas nessa entrada consta «As Irrevogáveis Trevas de Baldick Lizandro». Não existe nenhum livro com esse título editado. Existe, sim, «As Irrevogáveis Trevas», que ganhou o Prémio Cidade de Ourense, 2010, em Espanha. Por razões que não vêm ao caso, o livro permanece inédito até hoje, salvo uma breve selecção dos poemas mais significativos que integra a súmula «Contrabando de Cinzas»;

3: Na relação das obras aparece também «Tenpu di Dilubri», vencedor do Prémio Pedro Cardoso 2009, como sendo infanto-juvenil. Trata-se, na verdade, de poemas em língua cabo-verdiana (grande parte deles, em termos técnico-estilísticos, na linha do RAP DI MATXIKADA), e que, por voltas e reviravoltas, não se encontra ainda editado, devendo sê-lo no próximo ano, integrando um livro mais vasto, de tudo o que tenho escrito em língua cabo-verdiana, sob o título KU SINZA DI BU NOMI TA SKREBEDU:ITERNIDADI.
Quanto aos outros três livros (efectivamente para neo-leitores de qualquer idade) premiados pelo ministério de educação do brasil, também não estão editados. O autor recebeu por duas vezes o prémio das mãos de Fernando Haddad, na altura ministro da educação, opositor de bolsonaro nas últimas eleições presidenciais brasileiras;

4: A 3ª edição bilingue de Paraíso Apagado por um Trovão é de 2010, e não 2009 como consta da wikipédia;

5: A relação dos prémios está correcta, excepto na indexação ao autor do Prémio Corsino Fortes/Banco de Cabo Verde 2018, que está duplamente errada: primeiro, porque não existe nenhum Prémio Corsino Fortes/Banco de Cabo Verde; segundo, porque Rua Antes do Céu, vencedor do Prémio BCA/ACL 2016, a que concorreram também, entre outros, «Sonhos Navegantes» (de José Luís Hopffer Almada), «Debaixo da nossa Pele» (Joaquim Arena) «Veromar» (Dina Salústio), «A Matriarca» (Vera Duarte) e Eurídice monteiro, cujo título não recordo agora, não concorreu, não ganhou, nem tem nenhuma relação com nenhum outro prémio existente ou inexistente.
Rua Antes do Céu foi lançado numa edição conjunta Abysmo/Rosa de Porcelana em outubro de 2017. Para além do citado Prémio, Rua Antes do Céu foi ainda, em portugal, finalista do prémio Correntes d'escritas e do Pen Club Português em 2019. Nesse mesmo ano foi seleccionado como obra integrante do Plano Nacional de Leitura de Portugal.
Volto a repisar: Rua Antes do Céu não concorreu, não ganhou, nem tem nenhuma relação com nenhum outro prémio existente ou inexistente, a não ser os citados aqui pelo punho do autor.
O autor não se responsabiliza por [censurado]s que os vagabundos da net e das redes sociais tentam colar ao seu nome. O resto é simples azia de quem há-de achar JLT (e é bom que essa canzoada canalha me ache assim) sempre intragável.

Mais informações sobre o autor aqui:

http://www.lirecapvert.org/jose-luis-tavaresne-en-1967.html

Sintra, 12 de Setembro de 2020

José Luiz Tavares, Poeta
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0 # Aviso à navegaçao 12-09-2020 07:47
Que informar o sócrates de iniquidade que o Grande Prémio Corsino-2018 foi ganho por Domingos Landim de Barros, para a sua maior afronta e despero de vida. Portanto, não pode aparecer na página curriculum de mais ninguém. É um direito exclusivité dele. Você ter esse engulho até morrer. Ou então enforque-se ou atire-se do seu oitavo andar de parasitismo em Lisboa. Você sabe que eu sei quem vocé é. Não apenas você. Todos da sua laia. Infelizmente, já não conseguem rasuarar o nome de Domingos Landim de Barros. Você e a corja detratora, podem roubar-lhe dinheiro, podem pragueja-lo, podem tecer intrigas para não publicar o livro na editora que vocês nunca chagaram lá e mais e mais e mais. O autor de Jornada de Ádvena está sereno e tranquilo. A verdade pode tardar, mas não falhará.
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0 # Oitavo Andar 12-09-2020 11:57
Face a este claríssimo e (como sempre) contundente esclarecimento (se é que tudo já não era cristalino) do JLT, o desesperado vai ter de mudar de pretexto; ou, das três, uma: 1:desaparecer para a cloaca de lá donde «futiu»; 2: pedir desculpas ao grande JLT; 3: encaixar tal trocho (por cima e por baixo), fazendo uso da vaselina, necessariamente, porque não é fácil engolir as verdades do menino de Txonbon. (Nós achamos que sendo ele um roto sem remissão preferirá esta última opção).
Quanto ao Aristocrata (cuidado com esse também, Tavares) ele que se demarque claramente desse bandalho fedorento, desse verme latrinário, como fez robustamente o nosso prestimoso Sócrates de Santiago, sob pena de acharmos que aqui há rato escondido com gato de fora, isto é, perguntarmos: a quem aproveita esta pobressíssima tentativa (só tentativa, pois, poder não pode) de ataque ao Tavares? Ou como se diz em direito (que eu o Landim conhecemos): não pode aproveitar-se do fruto da árvore envenenada. Aguardamos. Saudações oitavo-andarianas
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0 # PONDERADO 12-09-2020 07:16
Ó incongruente e palerma da estribaria, sócrates de Santiago é nome próprio? Você é mesmo uma besta aluada e campeadora. Então, você se esconder atrás de nomes de fantasia para chamar às pessoas que não proferiram nenhuma ofensa contra você, oh seu torpe escaravelho!!!
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0 # PONDERADO 12-09-2020 06:55
Sócrates de Santiago ou barata das catacumbas? O seu direito em ser amigo e admirador de alguém não lhe confère poder para ofender quem defenda anverdade e glorificar a fraude e a mentira. Devolvo-lhe os mimos todos, a dobrar. Eu avisei para você não entrar neste lamaçal, mas parece que gosta de chafurdar, então chafurde à vontade. Quem começou por foram vocês, mas eu não vos témoignages. Brigo contra exército inteiro, quanto mais melgas voadoras.
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0 # PONDERADO 12-09-2020 06:37
Sócrates de Santiago, se você é lacaio de seja quem quem for, seja lacaio. É um problématique de carater. Eu prefiro respeito à bajulação, verdade à intriga e canalhice. Cada um é cada quem. Atacar quem? Eu nasci para ser Rei e construtor do meu próprio mundo. Em meu património você não encontra nada que seja alheio. Nem proveniente da fazenda dos meus pais. Sou autónomo mal começo a dar os primeiros passos e a ter as minhas necessidades. Não cobiço as tenças de ninguém. Nunca apbicionei a imortalidade e muito menos a imbastabilidade. Passe bem e deixe de tretas.
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0 # PONDERADO 12-09-2020 01:20
Ponderada deve ser o buraco por onde futiste, sua mente pútrida e nojenta. Sentinela das portas de retrete. Um velhaco e atrevido. Um dia, vais zncger o trazeiro com as tuas próprias verborreias. És um cocô em avançado estado de decomposição. Canalhas uma vez nascido, canalha para o resto da vida.
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0 # Místico Ádvena 12-09-2020 00:17
O meu nome de pia baptismal é Domingos Landim de Barros, com B.I 14559, Passaporte P130001. Estou a vir de uma longa e atribulada viagem: Alexandria, Egipto, Uganda e Sénégal. Quero dizer ao marmanjo que mandou a sua piada em direçao ao Sénégal, para tenha coturno e fale comigo diretamente. Cheguei, meus senhores. Domingos é homem desde os dezoito anos. Tanto é que cumpriu com todos os rigores de uma tropa de elite. Não mandem recados, seus cobardes! Falem diretamente comigo. Se vos devo, cobrem. Querem o Grande Prémio Corsino Fortes 2018, eu dou. Não nasci com nada e nada vou levar. Quanto às verborreias atiradas aos meus verdadeiros amigos, engolam vocês e façam bom proveito. Nunca mais se atrevam a tratar-me por Senegal. Nem Leopoldo Sedar Senghor é tratado por Senegal, quanto mais eu que nunca tive terra alguma e nem a dos meus pais me intéressam. Quero ser pássaro,voando, voando, sempre. Tenham mil anos de vida e comam o mundo, de norte a sul. Que me importa?
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0 # joana em frança 11-09-2020 23:30
Qeli gora ca ruspeto.
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0 # Da joana 12-09-2020 13:04
Nau, nha, quel li ca ruspeto, nau; ruspeto é nome di cathor. Quel li é poesia, dja nha obi ta flada? Nha fica dreto, cu ruspeto ou sem ruspeto
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+1 # SÓCRATES DE SANTIAGO 11-09-2020 23:12
Senhor PONDERADO, o tema/assunto em discussão é o magnífico poema RAP DI MATXIKADA, do poeta JOSÉ LUÍZ TAVARES. O senhor PONDERADO, em vez de fazer o comentário do poema, resolve atacar o poeta JOSÉ LUIZ TAVARES por intermédio da minha pessoa, com conselhos fúteis e absurdos. Sim, para o seu desespero, eu, SÓCRATES DE SANTIAGO, sou um acérrimo admirador do poeta JOSÉ LUIZ TAVARES, BALIXA, como carinhosamente é chamado no Tarrafal de Santiago, por ser, indubitavelmente, O MAIOR POETA CABO- VERDIANO DE ACTUALIDADE. E olhe, Senhor PONDERADO, eu não sou leigo em matéria de LITERATURA, mormente em LITERATURA CABO- VERDIANA. Conheço muito bem os grandes poetas cabo- verdianos, gosto muito de Eugénio Tavares, de Jorge Barbosa, de Mário Fonseca, de Osvaldo Osório, de Corsino Fortes, de João Vário, de Armênio Vieira, etc., mas, em termos puramente poéticos, ou seja, de labor poético ou poeticidade, o vate JOSÉ LUÍZ TAVARES ultrapassa os já mencionados confrades. O senhor PONDERADO não acha que isto é razão mais que suficiente para eu gostar do poeta JLT e, ainda por cima, UM POETA DA MINHA ILHA, A GRANDE ILHA DE SANTIAGO?! Se Victor Hugo engrandece a França e Luís de Camões Portugal, JOSÉ LUÍZ TAVARES engrandece SANTIAGO e CABO VERDE e isto deve ser motivo de orgulho de nós todos, inclusive, do senhor PONDERADO. V.Exa., senhor PONDERADO, de ponderado nada tem. Da próxima vez que que fizer referência à minha pessoa, por favor, use o seu nome próprio, caso contrário, terei de apelidá- lo de RATO DE ESGOTO, o habitat natural seu donde nunca, mas nunca deveria ter saído, tentando infectar o ambiente com os seus hálitos fedorentos e insanos.
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0 # PONDERADO 11-09-2020 22:56
Sentinela, cita Saramago que venceu um Nobel, mas Herberto não é Camões, nem Pessoa, nem JoãoCabral de Mélo Neto, nem Eça nem Gabriel Garcia Marques. Tu devess ser um corcunda vesgo, para estares a confundir Sénégal com Cabo Verde, Ponderado com Ponderada. Perverso e reles, de todas as maneiras. Oh mareco corcobado, sai-me da estrada e deixa-me passar. Daqui a uns anos, vais perceber o quanto foste suicida para nigua de ego de melga. Será bastante tarde e eu nunca te perdoarei como o outro parasita a quem acenei com tumba prêta e com a notificação de não mais me dirigir a palavra. Catchor é sempre Catchor, no palácio ou non canil, a diferença é zero.
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0 # Sentinela Digital 11-09-2020 12:38
«Temos o dever de defender o que ascendeu à condição de obra».

Herberto Hélder

Não, Nha Ponderada, a única bomba é o ódio, frustração e insignificância que te consomem e hão-de consumir-vos pelos dias todos da vossa vida. E isso dá-nos pica e sumo contentamento também. Nós já estávamos à espera que tentassem trazer à colação a fabricação que fizeram na Wikipédia para depois a tentarem atribuir a quem não tem tempo para essas ninharias (que nem chega a ser perfídia, pois não tendes suficiente cérebro para tal) porquanto ele, JLT, gasta os seus dias na construção da obra maior que vos atira a todos para as boronceiras da inanidade e da insignificância. Mas nós, suas acordadas e aguerridas sentinelas, estamos sempre vigilantes para desmontar as vossas pobres maquinações lorpas, as vossas patranhas broncas e ressabiadas, que nunca hão-de atingir o menino de Txonbon.
Nós já vos tínhamos topado noutro online a bolçar o ódio que vos consome (e isso, volto a frisar, dá-nos prazer) e fazendo alusão a essa fabricação da vossa autoria. Daí termos estampado nas vossas suínas fuças a resenha crítica e biobibliográfica autorizada pela pena do poeta e que se encontra estampada na badana do seu último livro editado, o ora semi-finalista do Prémio Oceanos de Literatura e Prémio Vasco Graça Moura de 2018 (a razão imediata da vossa presente e redobrada azia) «Instruções para Uso Posterior ao Naufrágio», que vos recomendamos vivamente, pois, talvez deste modo deixeis de escrever as inanidades boçais que dais à estampa.
O menino de Txonbon não será derrubado, pois, não é uma das estátuas ocas que ele tem estado ta da kol na txon sen djobe pa ladu, pois ele tem fundas raízes fincadas nesta terra (sima Pik Ntoni) e que se espalham magnanimamente pelo mundo todo.
Sabíamos que eras reles bufo desde os tempos do autoritário regime do partido único (lembra-se da noite em lisboa em que o outro amigo poeta te acusou disso mesmo?) e agora és lambe traseiro dos novos senhores do poder, mas tens de voltar a estudar novamente as técnicas do KGB, porque mostras ser muito, muito fraquinho.
Atreve-te a vir aqui com fanfarronadas (um termo muito do teu agrado) e estampo o teu nome e a tua fuça no meu facebook, e aí é a tua morte (se é que és vivo), pois o JLT não perdoa e ele tem como lema estas palavras de Cristo. «Eu não vim trazer a paz, mas sim a espada.» Porfiai.

Conferir wikipédia aqui, onde há outras indicações erradas, para além da tal fabricação, que é atribuir ao mesmo livro o prémio em duas edições diferentes(2016 e 2018) para obras inéditas, quando a mesma foi lançada, em grande estilo, na Praia em outubro de 2017. E esta, hein?

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Luiz_Tavares#Pr%C3%A9mios_e_distin%C3%A7%C3%B5es
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+1 # Senegal 11-09-2020 10:39
Cuidado, nha Ponderada, mesmo com a máscara deixas um largo rasto de fedor. Daqui até à costa ocidental africana não é distância invencível. Se Tabari panha-u kadera ku barapó bu ta konxe dinis. Ou trocado em miúdos: se JLT virar as armas contra ti nem a pseudo-erudição balofa te salvará. Cuidado com as armadilhas que tentam plantar na internet. Dás um passo em falso e o tombo será irremediável. Divirtam-se com a wikipédia e depois não venham dizer que não foram avisados.
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+1 # Liberdade Liberdadi 11-09-2020 06:06
A NOVA MORDAÇA

Magnificente exemplo da cobardia que nunca perdeu o viço na nossa sociedade (dizem que por imperativos do estômago) vinde, cavaleiros/as da ordem do bom senso, zeladores-mor da pátria contra os excessos, boiada imbecilizada do país dos pretos costumes, ignorantes que viveis numa espécie de reality show em várias plataformas e canais mediáticos, onde partilhais os vossos (des)gostos e assumis os máximos cuidados para não melindrardes ninguém, talvez porque a liberdade soube internalizar o espírito de censura. Se temos JLT, que nunca deixou que a literatura se confundisse com uma récita para consumo burguês, para consolo das famílias e defesa dos pacatos valores “cristãos”, hoje temos essas omnipresentes (ainda que embuçadas) e ignorantes figuras evangelistas com a sua missa da moral e decência. Em tudo o que JLT é exemplo do excesso e duma ética sem freios e acima das conveniências, misturando sangue e tinta na defesa da vital via libertária, estes nossos comentadores pacóvios fazem as suas meias tintas deitando água benta como sacristãos de um mundo que não recomendo.
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0 # PONDERADO 11-09-2020 00:18
Aviso ao SÓCRATES DE SANTIAGO: não desbarate a tua credibilidade a defender os piratas e aldrabões das esquinas de perfídia. Escumalhas serão sempre escumalhas. Já ouviste falar de burro ornado de ouro e coroa? Lembras-te da história de "Asno de Ouro"? Não te metas nesta encrenca! Fica longe e observa só. Poupa-te, por favor! Já tens um nome consagrado neste forum. Na criolo de Santiago ta fladu: "Quem qui da si pedi, pa tremi si cadera". Cai Fora, antes que a bomba arrebente. Aqui não se está a discutir o mérito de ninguém. Apenas a imbastabilidade de escravos incuráveis. Esquece inveja e muda de chipe, homem de Deus! A argumentácia da inveja e outras estapafurdices não justificam a carcundice de famélicos dromedários. Fome de 47 já passou há muito. Os animais tem que se convencer que já não necessidade de eternas ansiedades. Para quê? Cada caramelo deve contentar com o dele e só dele. Nada de arrebanhar o pasto dos outros. Ou será que ainda vivemos o periodo de carência e carestia?
Responder
+1 # Outsider 10-09-2020 23:38
Estou de Fora deste debate, mas prefiro mil vezes um animal, jumento ou outro, a um aldrabão, cadera larga. Tenha vergonha, sua ratazana dos esgotos! Foste apanhado, malandreco. Doravante não és nada. Apenas um larapio das esquinas. Onde está a tua tao propalada verticalidade? Passar a vida a falar de manhentos, afinal és mais um deles? Não da para acreditar, Judas Vendilhão de caráter. What shame!!!
Responder
0 # Toma lá 12-09-2020 12:58
Quanto às verborreias atiradas aos meus verdadeiros amigos, engolam vocês e façam bom proveito.

Domingos Landim de Barros
Responder
0 # Katrina Txakota 10-09-2020 18:54
Nu korda gentis!

Liberdadi i kriatividadi
Liberdadi linguístika
Liberdadi di spresaun.
Responder
-2 # Beti Silva com Beti 10-09-2020 12:27
Nhozi dos gó, mixa ku pista-m katotu, nhos é dôs asnu dismioladu propi, ki ti konpara-nhos ku kokó é lebi dimás.
Aproveitamos este comentário, se é que sabem ler português, seus jumentos analfabetos:
Só mesmo comprando é que se vão safar, já que a natureza não foi generosa convosco as duas, mocratas.
Há um problema dos domínios da psiquiatria que consiste em projectar no outro os males de que se padece. Se fosse eu não hesitaria em agendar consulta com o Manuel Faustino. Nhoris larga kel pedra ki nhoris ai ta fuma, bandadjus. Si nhoris ka toma juis, juis ta toma-nhoris. Si nhoris obi é konsedju, si nhoris ka obi é konbersu.
Responder
-2 # À Beti Silva 10-09-2020 10:49
Você nem faz ideia da percersidade de certos sujeitinhos que andam por aqui a popular, com a cabeça de pulguinha e cheia de miasma. Que vergonha!!!
Responder
-2 # VISIGODO 10-09-2020 10:32
Umas moscas enfadonhas estão a soltar-se do fundo de pútridas sanitas, julgando com a autoridade para nos impor os seus fétidos zunires. Haja paciência, "bidjacu" de [censurado].
Responder
0 # Nota 2 10-09-2020 07:49
A NOVA MORDAÇA

Magnificente exemplo da cobardia que nunca perdeu o viço na nossa sociedade (dizem que por imperativos do estômago) vinde, cavaleiros/as da ordem do bom senso, zeladores-mor da pátria contra os excessos, boiada imbecilizada do país dos pretos costumes, ignorantes que viveis numa espécie de reality show em várias plataformas e canais mediáticos, onde partilhais os vossos (des)gostos e assumis os máximos cuidados para não melindrardes ninguém, talvez porque a liberdade soube internalizar o espírito de censura. Se temos JLT, que nunca deixou que a literatura se confundisse com uma récita para consumo burguês, para consolo das famílias e defesa dos pacatos valores “cristãos”, hoje temos essas omnipresentes (ainda que embuçadas) e ignorantes figuras evangelistas com a sua missa da moral e decência. Em tudo o que JLT é exemplo do excesso e duma ética sem freios e acima das conveniências, misturando sangue e tinta na defesa da vital via libertária, estes nossos comentadores pacóvios fazem as suas meias tintas deitando água benta como sacristãos de um mundo que não recomendo.
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0 # Djuda 10-09-2020 07:30
Só pa djuda un bokadinhu na konprenson des puema, n ta fla gentis pa es odja ma es puema é un mudjer ki sta ta papia, ta izalta si korpu i si kabesa, ta grita si liberdadi kontra maxismu, prikonseitu ipókrizia i tradisionalismu di nos sosiadadi, skrebedu na forma di rap (ki é sobritudu un jéneru di konbati i intirvenson pulítiku i susial) ku un métrika i forma di rima mutu partikular, ki otor ten stadu ta pratika dja ten uns kinzi anu.
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0 # JLT 09-09-2020 21:49
O autor passou por aqui e gostou da animação que por aqui vai. E mais não consegue dizer, pois está engasgado de riso.
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0 # Heleno 09-09-2020 21:47
Nhu Futido (pa riba ô pa baxu) José Luiz Tavares tem nome, rosto, obra. Ponto. El tudo alguém tem medo del. Cara cara na quel terra li ca tem nenhum, sima nhu sabe bem sabedu. Quando sua inexistência tiver essas três coisas, talvez ele te dê o troco de meio tostão. Por ora, ele continua lá em cima a rir-se a bom rir das bestas ignaras de que o senhor fantasminha futido ô futida, vá lá saber-se, constitui epítome.
Kusa dja panha nhô rixu. Nem na sukuru ku nhos roston di besta tapadu nhos ka pode ku el.
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0 # Beti Silva 09-09-2020 20:06
A quanto chegámos! Isto não nos dignifica e ficámos sem condições para apoiar os que desejam ser poetas. Tristi gó! Espero que os nossos músicos não cantem insultos às mulheres e que as nossas crianças aprendam outros valores.
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0 # SÓCRATES DE SANTIAGO 09-09-2020 19:10
Es puema RAP DI MATXIKADA, bunitu na rima y riku na konteudu, el lenbra- m, enbora na prespetiva inversu, un otu puema di Tomé Varela ki txoma DIZEJU DI TXEU...NHA ALMA KRE.... kel puema li, rai di bodona tanbe, ta termina asi- Ami/nha alma kre/Mudjer.../Mas MUDJER!/Pitada sen mudjer/nha spritu ta kore del/ku pixoti na mo! Mantenha, ó pueton Balixa. Manda- nu otus RAP MATXIKADU. Sima badiu ta fla- KENHA KI KA KRE, EL BAI TXUPA LIMON.
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0 # JLT 10-09-2020 06:27
Caro Sócrates de Santiago, passei umas semanas no nosso rincão, com uns banhos de mar retemperantes na Ribeira da Prata (faltou-me uns mergulhos no mar de mangui, mas a estupidez mandatada achou que devia fechar todas as praias da ilha em pleno mês de agosto) e a encher a alma para a continuação do projecto «Pátria Soletrada à Vista do Harmatão». É certo que a pandemia pôs a nu as imensas fragilidades do arquipélago, mas o povo resiste.
Quanto a este «Rap di Matxikada», que dizer? Não muito: simplesmente que hoje cada asno com um teclado à frente acha que pode comentar aquilo que nem nesta nem na outra vida consegue alcançar. Há muitos anos o filósofo inglês Karl Popper, autor da célebre «A Sociedade Aberta e os seus Inimigos» publicou um livro intitulado «A Televisão - Um Perigo para a Democracia», nem imaginando o perigo que são hoje as redes sociais para as comunidades fundadas no valor do conhecimento e de um sentido da polis e da civitas que vai faltando em todo o lado.
Quanto a este «Rap» em si, eu há muitos anos que tenho estado a derrubar estátuas, quer as mentais, que estão dentro da cabeça de certos verdianos, quer em públicas pugnas com os miseráveis «mandadores» do nosso pequenino rincão. Agradeço todas as pedras que tentam atirar-me escondidos atrás dum teclado, pois eu passarinho e eles passarão.
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-1 # Autor 09-09-2020 13:28
Elias «Futido», compre juízo. Só mesmo comprando é que se vai safar, já que a natureza não foi generosa consigo.
Há um problema dos domínios da psiquiatria que consiste em projectar no outro os males de que se padece. Olhe que eu, com essa da «laia que não dignifica...» , não hesitaria em agendar consulta.
Si bu ka toma juis, juis ta toma-u. Si bu obi é konsedju, si bu ka obi é konbersu.
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+1 # Elias Furtado 09-09-2020 15:00
Sr anónimo.

Afinal, contra o bom senso, Trump tinha razão. E se Darwin visitasse o ilhéu uma vez mais, certamente teria entusiamo para estender a teoria da evolução à nova espécie que tão condriomaticamente segura e anirosamente representa, para perceber o que é que correu mal.

Desejo-lhe êxitos e boas festas.
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0 # Heleno 09-09-2020 21:46
Nhu Futido (pa riba ô pa baxu) José Luiz Tavares tem nome, rosto, obra. Ponto. El tudo alguém tem medo del. Cara cara na quel terra li ca tem nenhum, sima nhu sabe bem sabedu. Quando sua inexistência tiver essas três coisas, talvez ele te dê o troco de meio tostão. Por ora, ele continua lá em cima a rir-se a bom rir das bestas ignaras de qe o senhor fantasminha futido ô futida, vá lá saber-se, constitui epítome.
Kusa dja panha nhô rixu. Nem na sukuru ku nhos roston di besta tapadu nhos ka pode ku el.
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0 # Djuza 09-09-2020 13:14
Pois, fantasma Elias, este Tavares é da laia dos grandes, gigantes, que a tua inexistência não pode abarcar. Resta-nos o pequeno prazer de sabermos que tu e os invertebrados (ex: osgas, vermes) da tua laia sofrem todos os dias pela existência desse grande derrubador das estátuas ocas da literatura cabo-verdiana.
Que fazer?, uns têm obra, outros só podem «obrar», como tu, um «futido» por cima e por baixo. EHHEHHHEHH
Olha, oferecemos-te um pedacinho de corda para te enforcares, é de borla.
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-1 # Elias Futado 09-09-2020 11:48
Gente dessa laia não dignifica o nosso país, a nossa tradição, as nossas gentes e os nossos povos.
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-2 # Olavinho 09-09-2020 13:01
Falsos moralistas.....
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0 # Djuza 09-09-2020 12:36
Pois, fantasma Elias, este Tavares é da laia dos grandes, gigantes, que a tua inexistência não pode abarcar. Resta-nos o pequeno prazer de sabermos que tu e os invertebrados (ex: osgas, vermes) da tua laia sofrem todos os dias pela existência desse grande derrubador das estátuas ocas da literatura cabo-verdiana.
Que fazer?, uns têm obra, outros só podem «obrar», como esse «futido», por cima e por baixo. EHHEHHHEHH
Olha, oferecemos-te um pedacinho de corda para te enforcares, é de borla.
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-1 # Elias Futado 09-09-2020 13:49
Pois é, meu amigo.

Com a permissão da urbanidade, peço emprestado esta frase ao Dante "Segui il tuo corso, e lascia dir le genti" por um momento.

Felicidades pelas boçalidades futuras.
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0 # Admirador 09-09-2020 14:09
Ah, ah, na ânsia de se mostrar culto o Futido pôs-se em cheque com esta «Segui il tuo corso, e lascia dir le genti", que se lhe aplica na perfeição, pois a única obra dele é aquela que vezes ao dia ele despeja na «privada», como dizem os brasileiros.
Ladra cão bastardo, que esta caravana continuará a passar, imbecil tosco. Vai «obrar» longe, suíno ressabiado.
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-1 # Helena S. Tavares 09-09-2020 16:25
Buro pretu pode pinta rabu frega denti ma fa fika buro si mé. Ten uns ki futi ka naci nau. Forti baxeza.
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+1 # Heleno 09-09-2020 21:37
Es Helena debe ser di kes qui ta pasa dia ta odja pornografia i ta bem li pa bem da pa santa. Ba kosa rabo la bu cochera, ki puezia é ka pa busta gana, mula ruça. Poesia é pa kenha qui tem çabeça. Xô, jumenta
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+4 # Armindo Tavares 09-09-2020 10:46
Liberdadi na faze arti. E normal ki ka agrada tudu algen i ka ten ki sa ta agrada. Tome Varela flaba un bes, ma es xatia ku el pamodi ma e txoma kusa pa se nomi". I e verdadi.
Ami u ki N ka ta ntende, e pamodi ki oras ki nu ta obi brazileru ta kanta FAZ AMOR COMIGO, VAMOS DAR UMA KEKA" nu ta badja, nu ta ri, nu ta xinti sabi. I N ka sa ta traduzi-s pa kiriolu pa N ka intxidu di malkiriadu.
Tugas ta sta konstantimenti ta fla: FODAS, KARALHO, mas nu ta atxa ma e normal pamodi es ta fla-l na Portuges.
Nu dexa artista produzi se arti, ki e ka sa ta nkomoda ningen. Sinplismenti e da ta fla malkiriadesa. E ka sa ta fase. Pelu menus klaru. Artista ka debe limitadu, sinon kultura ta regridi, nu tá Kai na ditadura. Nu rapara ma ki ta manda na Mundu ma e Deos ku Diabu; ki ta governa un país e governou ku opozison; ki ta manda na kasa e Omi ku mudjer; sabi ku kasabi ta anda senpri nbarsadu. I si malkiriadesa pode fasedu, pamodi ki e ka pode pronunsiadu?
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+4 # Otor 09-09-2020 11:32
Armindo, ka bu kansa bu kabesa i bu pena ta splika iginoranti (ô analfabetu literáriu) kel ki el ka ta pode ntende.
Só pa djuda un bokadinhu na konprenson des puema, n ta fla gentis pa es odja ma es puema é un mudjer ki sta ta papia, ta izalta si korpu i si kabesa, ta grita si liberdadi kontra maxismu, prikonseitu ipókrizia i tradisionalismu di nos sosiadadi, skrebedu na forma di rap (ki é sobritudu un jéneru di konbati i intirvenson pulítiku i susial) ku un métrika i forma di rima mutu partikular, ki otor ten stadu ta pratika dja ten uns kinzi anu.
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-4 # JpB 09-09-2020 09:26
Poesia ta papia só malquiriado (POETA MALCRIADO )
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