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A maior derrota não é posicional é pessoal e interna
Colunista

A maior derrota não é posicional é pessoal e interna

Saber aceitar a derrota é um pressuposto importante na vida. Significa, que devo reconhecer que a vida tem as suas dinâmicas intrínsecas, as quais, com inteligência e sabedoria devo aceitar. Negar esse facto é contribuir para uma derrota ainda numa dimensão maior.

A maior derrota não é posicional é pessoal e interna. É aquela que destrona a nossa capacidade de equilíbrio e esfacela o sentido mais genuíno da existência.

Esperar que a vida nos dê apenas vitórias é uma tremenda utopia, jamais devemos alimentar o senso vitalício da vitória. Quando compreendemos a dimensão mutável da vida estamos simplesmente a apropriar-se de um princípio básico; que a vida não é imutável.

A nossa pior ilusão é a confiança cega, a ilusão que tudo ficará como está; que nada vai mudar. Infelizmente, alimentar esse princípio é o ponto ápice do prenúncio de uma queda profunda e de uma brusca derrota.

Quando estamos no ponto mais alto do sucesso devemos crer que a vida não é linear, existem curvas, vales e montanhas. Quando menos esperamos o vento sopra e sem que percebamos caímos como uma folha seca. Esperar de outro modo não é saudável; isto é, comprometemos a trajetória; o crescimento natural e boicotamos o sentido real do sucesso.

O caminho é longo e jamais devemos criar obstáculos contra nós mesmos, se assim for, os resultados ficarão pelo caminho e aquilo que construímos cairão no esquecimento. Seguir em frente é a melhor resposta; prosseguir é o melhor caminho e jamais parar. Quando assim procedemos é sinal de fibra interior e carácter.

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