Ao assinalar o Dia dos Heróis Nacionais, o presidente da República afirmou ser necessário dar maior atenção à juventude, descodificando a linguagem da nova geração e envolvendo-a no processo de desenvolvimento do país. "Estes jovens têm uma outra linguagem, outra gramática. É preciso descodificar essa linguagem, entender essa juventude e envolvê-los na construção de um Cabo Verde moderno, próspero e com oportunidades", defendeu José Maria Neves.
É visível o esforço da Câmara Municipal ao apostar em obras de requalificação urbana e investindo forte na área do saneamento - o alvo principal das críticas da oposição à autarquia da capital, liderada por Francisco Carvalho. Sem muito alarde, mas, paulatina e sistematicamente, a cara dos bairros começa a mudar e a limpeza urbana também está a alterar o rosto da cidade para melhor.
O executivo de Ulisses Correia e Silva prometeu o projeto de ordenamento da bacia hidrográfica da Ribeira das Patas, mas, segundo a associação de agricultores desta zona de Porto Novo, “deu o dito por não dito”. Desanimados com o Governo, os agricultores já não acreditam que o projeto venha a ser implementado nesta legislatura e depositam esperança no próximo Governo.
A acusação é de Hipólito Barreto, no balanço da visita ao círculo na ilha do Chiquinho. Transportes, expansão do porto, saúde, agricultura, agropecuária e energia estão na órbita das críticas do parlamentar eleito pelo círculo de São Nicolau, considerando que a ilha precisa de um Governo com “sentido de Estado”, que coloque “as pessoas e a população como centro de atenção”.
A autarquia portonovense abriu várias frentes de trabalho no interior do concelho, tendo por principal objetivo a reabilitação de habitações, a recuperação dos sistemas de abastecimento de água, os caminhos vicinais e estradas danificadas, para dar resposta aos estragos provocados pela tempestade Erin. Em comunicado divulgado ontem, a Câmara Municipal diz que “ainda não recebeu nenhum centavo” do executivo liderado por Ulisses Correia e Silva.
Ulisses Correia e Silva retoma o discurso de que as crises dos últimos anos, secas prolongadas, a pandemia da covid-19, o impacto da guerra na Ucrânia e, mais recentemente, a tempestade Erin, foram responsáveis por o país não ter avançado mais, e salienta as áreas mais criticadas pela população, às quais as oposições têm vindo a apresentar propostas. No seu discurso de abertura do debate parlamentar, o chefe do Governo já está com os olhos postos nas legislativas de 2026, repescando promessas antigas e contempladas em anteriores orçamentos.
A acusação da presidente da autarquia foi feita hoje, durante uma sessão da Assembleia Municipal, e prende-se com a gestão dos fundos destinados à reparação dos estragos decorrentes das cheias de agosto último.