Rompendo, pelo menos uma vez, um reiterado percurso de cedência às pressões do presidente norte-americano, a Europa, finalmente, bateu o pé, e Donald Trump teve de se encolher para evitar males maiores. Ao ameaçar vender a dívida dos EUA, os europeus chamaram a atenção de Trump e fê-lo recuar nas ameaças de anexação da Gronelândia. A retórica agressiva esbarrou na matemática. A mudança brusca da bravata para a incontornável realidade tem uma explicação simples: o inquilino da Casa Branca percebeu que, se a Europa levasse a ameaça avante, o dano seria incontrolável.
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) recomenda a Cabo Verde que acelere as reformas estruturais, no mais recente relatório sobre o arquipélago, que apresenta uma “perspetiva positiva, mas cautelosa” sobre o que podem ser os próximos anos.
Governo quer aumentar para 25% a proporção de jovens no ensino superior, atualmente em cerca de 23%, através do reforço das bolsas de estudo no país e no exterior.
O presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, defendeu hoje numa conferência no Japão que "não há alternativa ao multilateralismo" e lamentou a "persistente dificuldade" que os países africanos têm no acesso aos mercados financeiros internacionais.
Em entrevista concedida esta segunda-feira, 28, ao jornal O Globo, do Brasil, o Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, explicou o uso de moedas locais nos pagamentos comerciais, com suporte do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), e garante que a percepção de Moscovo é de que “os interlocutores americanos começaram a entender melhor a posição da Rússia sobre a situação na Ucrânia”.
A dependência de Cabo Verde às importações de alimentos e energia torna-o particularmente vulnerável a choques externos, como a guerra na Ucrânia. O país enfrenta desafios adicionais devido ao aumento dos preços globais e à interrupção das cadeias de suprimento, exigindo estratégias de diversificação econômica e maior resiliência a crises futuras. Em resumo, embora Cabo Verde não seja diretamente envolvido no conflito, os efeitos colaterais da guerra na Ucrânia afetam profundamente sua economia e bem-estar social. É crucial que o país continue a buscar apoio...
Podem ter mudado os perfis e os títulos nobiliárquicos, pode até o discurso ser mais delicodoce e a ação mais polida, mas, na essência o pretérito paradigma das relações entre estados e territórios colonizados, por razões diversas, não se alterou. E não terá sido por falta de alternativas, não, bem pelo contrário, a manutenção do “status”, que promove um miserável “quo vadis”, tem sido essencial para a manutenção da pobreza e dependência económica, que estão na origem de tratados ruinosos, como é exemplo o malogrado acordo de pescas. Cuja severidade da pena,...