O vice-primeiro ministro emitiu hoje, 6, um comunicado a esclarecer que o aval concedido pelo Estado à Cabo Verde Telecom, no montante de 37 milhões de euros, “não representa um financiamento público direto, nem implica encargos para o Orçamento do Estado. A responsabilidade pela contratação, execução e reembolso do financiamento é integralmente da empresa concessionária”. A nota, que surge em reaccao ao comunicado da operadora Unitel T+, acrescenta que o Estado tem “total abertura para avaliar e apoiar, nos termos da lei e do interesse público, projetos...
A alienação de infraestruturas críticas num cenário de fragmentação global ignora a necessidade premente de autonomia e segurança nacional. Num mundo onde as cadeias de abastecimento servem como ferramentas de pressão política, as nações desenvolvidas reforçam o controlo sobre os seus nós logísticos vitais. Privatizar o coração operacional de um arquipélago neste momento de incerteza internacional significa trocar a resiliência estratégica por um alívio financeiro imediato. Esta escolha repete erros históricos de dependência que fragilizam a soberania cabo-verdiana...
A operadora de telecomunicações cabo-verdiana Unitel T+ mostrou-se desagradada com o recente aval concedido pelo Governo à CVTelecom para a empresa estatal contrair um empréstimo de 37 milhões de euros que pretende aplicar na modernização das suas infraestruturas. A Tmais, de capital privado, defende neutralidade e concorrência justa, porque, afirma, na falta de “enquadramentos claros de neutralidade e acesso, investimentos públicos em infraestruturas essenciais comprometem de forma grave o equilíbrio competitivo, limitam a inovação e reduzem o impacto positivo...
Uma “Petição Pública Urgente” está a circular nas redes sociais defendendo o “bloqueio imediato” da venda de 51% da empresa à Swissport Holding Spain, S.L., em vésperas das eleições legislativas, sem avaliação independente, sem debate público e sem autorização parlamentar explícita.
O Irão aponta violações e “exigências excessivas” norte-americanas como obstáculos para fim da guerra. E o presidente iraniano reitera que confronto não interessa a nenhum dos lados. Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores afirma que país tomará decisão sobre como continuar com negociações.
Ao publicar este texto agora, pretendo que ele sirva de referência para os debates eleitorais e para os posicionamentos dos partidos políticos. Mais do que promessas vagas, o país precisa de soluções legislativas concretas que respeitem a nossa unidade na diversidade. O meu compromisso é com o Estado e com a Ciência. Que este contributo ajude os futuros decisores a tratar a nossa língua como ela merece: como um ser vivo que transporta a nossa memória, o nosso afeto e o nosso futuro.
Políticos norte-americanos começaram a questionar a capacidade do presidente em ocupar o cargo. Principalmente, após Trump ameaçar exterminar “uma civilização inteira”, confrontar o Papa Leão IV e se autorretratar de Jesus de Nazaré – considerado uma “heresia” por parte substancial da sociedade dos EUA, maioritariamente cristã.