O grupo de empresas Electra tem novo PCA. João Spencer, ex-candidato derrotado do MpD à Câmara Municipal da Boa Vista nas últimas eleições autárquicas, substitui Luís Teixeira, que vinha sendo muito contestado na opinião pública e no interior do seu próprio partido. É a “dança das cadeiras” em vésperas de eleições legislativas.
O Banco de Cabo Verde (BCV) anunciou hoje “não se opor” à venda do Banco Comercial do Atlântico (BCA, um dos maiores do país), por parte da Caixa Geral de Depósitos (CGD) ao grupo Coris, do Burkina Faso.
Hoje, temos em Cabo Verde, um governo que é uma espécie de um grupo de amigos, orquestrados em um sistema que foge das suas responsabilidades governativas e que não apresentam ao povo as grandes opções do plano para o desenvolvimento e a transformação destas ilhas, e, saltita de casos em casos, fabrica e abraça vagas especulações, dando sempre vã esperança ao povo.
Comentando o comunicado do Governo sobre a suposta ausência de cobertura da Televisão de Cabo Verde durante uma visita do primeiro-ministro a Santiago Norte, o presidente da AJOC considera tratar-se de mais um ato de intromissão: “Quem deveria dar explicações é a diretora da TCV, que está ilegalmente suspensa. O Governo que vá pedir explicações ao Conselho de Administração, que é o único responsável por esta situação de vacatura”. Geremias Furtado fala, ainda, sobre as “lamentáveis declarações” do diretor da RCV, a “passividade” do Conselho Independente da RTC...
A edição da primeira parte deste artigo de opinião, teve lugar em meados de Agosto do presente ano económico, graças ao habitual e grande gesto de Santiago Magazine [Cf.: https://santiagomagazine.cv/ponto-de-vista/o-mundo-em-novas-conjunturas-geopolitica-e-geoeconomica-o-papel-e-relevancia-da-inteligencia-artificial-i. Divulgado a 18.09.2025]. Isto é, deste grande jornal digital, de renome e repercussão internacional. Isto deve-se ao facto de se tratar de um jornal de grande destaque, tendo alcançado uma grande performance qualitativa [no sentido literário das coisas], não só no...
As palavras são de Agostinho Lopes, tendo avançado que o partido vai resolver as “questões quentes” antes das eleições. O secretário-geral ventoinha recupera um argumento recorrente: os atrasos na implementação do programa do Governo deveram-se a “fatores externos”, como a Covid-19 e a Guerra da Ucrânia. E diz, ainda, que “nunca os cabo-verdianos viveram tão bem como agora”.
As empresas públicas de comunicação social são, em um Estado de Direito Democrático, entidades que gozam de um tratamento e de um regime especial que as comuns empresas, ainda que públicas, não dispõem, e estão, simultaneamente, sujeitas a um rigoroso escrutínio que deriva de determinações constitucionais. Ressalta deste caso, que deveres alegadamente violados e que serviram de base para responsabilizar disciplinarmente a Diretora da TCV, materialmente põem em causa a Constituição no que concerne à independência dos jornalistas e contrariam a autonomia editorial e o Estatuto...