Casimiro de Pina, cabeça de lista independente nas listas da UCID para a região política do Fogo nas legislativas de 17 de Maio, apresenta-se ao eleitorado com um texto contundente e caustico, bem ao seu estilo, atacando a imagem do primeiro-ministro e líder do MpD, Ulisses Correia e Silva, que, a seu ver, “só precisa dos verdadeiros militantes, amigos da democracia e pensadores nos momentos de aperto eleitoral. Vencida a eleição, forma o seu grupinho de lambe-botas e descarta rapidamente todos os outros. É assim que ele ‘governa’. Ulisses trata, hoje, as pessoas...
As práticas ilegais no Ministério das Finanças não são meramente casuais, parecem ser modus operandi. E são as provas materiais que o indicam, documentos oficiais que não deixam margem para dúvidas. O secretário de Estado das Finanças emerge como figura central deste emaranhado de ajustes diretos e contratos assinados à margem da Lei.
Nenhuma data, por mais simbólica que seja, constrói um país sozinha. As datas ganham sentido nas atitudes diárias: no respeito pelas instituições, na justiça social, na ética política e na defesa do bem comum. Celebrá-las é assumir o compromisso de não trair os valores que lhes deram origem. Cabo Verde é um país jovem. Honrar a sua história é preparar as novas gerações para o futuro.
Todos sabem que África não é historicamente responsável pelo aquecimento global, mas que sofre desproporcionalmente os seus efeitos. Nem a liderança africana, nem os seus povos têm qualquer interesse em fazer-se de vítimas. O continente está inteiramente focado em encontrar soluções e liderar com ação e urgência. Em nome da saúde planetária e do bem-estar humano, exigimos que outras nações, líderes e povos façam o mesmo. Se Belém quiser estar à altura do título de ‘COP da Implementação’, deve concretizar esta simples proposta. Dada a dimensão das crises...
O PAICV, maior partido da oposição em Cabo Verde, vê lentidão e descoordenação nas respostas à tempestade em São Vicente e propôs a criação de uma unidade para coordenar os projetos, após uma avaliação aos trabalhos em curso.
Uma extensa rede tentacular de conhecidos quadros ligados ao atual Governo, seja por ligações partidárias e/ou relações familiares, acumula cargos nas empresas públicas. E, em vésperas de final de mandato, a distribuição de tachos parece ter-se acentuado para que “os amigos dos amigos” não fiquem desamparados, caso as coisas não corram bem em 2026. É um fartar vilanagem, à conta dos contribuintes, com um interesse bem definido: o controlo partidário do Estado.
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.