O que me tocou no discurso de Francisco Carvalho na live de ontem, a partir de São Vicente (tenho seguido todas as quintas), foi a referência a algo que muitas vezes me tem tirado o sono: o aumento da criminalidade, do consumo de drogas e da prostituição no Mindelo. Ele falou do assunto numa perspetiva completamente diferente do atual governo, e que acredito ser a certa: a resposta à violência não pode ser apenas mais policial, mais cadeias e mais repressão.
“No Kings”: milhões saem às ruas contra “trumpismo” e expõem rejeição histórica ao autoritarismo da extrema-direita. E recentes pesquisas de opinião, conduzidas pela Quinnipiac University, apontam que a aprovação de Trump caiu para em torno de 38%, com 56% de desaprovação – o pior índice durante o segundo mandato. Uma rejeição especialmente forte entre independentes e moderados.
O presidente norte-americano anunciou ter adiado ataques contra o país persa, alegando que a decisão foi tomada por estarem a decorrer “conversas muito boas e produtivas”. No entanto, o presidente do parlamento iraniano nega qualquer negociação com os EUA e diz tratar-se de uma “tentativa de escapar do atoleiro em que estão presos”.
Guarda Revolucionária Islâmica reitera que o Estreito de Ormuz permanecerá “completamente fechado” até que instalações de energia e tecnologia, destruídas por Israel, sejam reconstruídas.
Em declarações à emissora CNN, o porta-voz do Comando Central das Forças Armadas norte-americanas informou que a aeronave estava em uma missão de combate sobre o Irão quando foi obrigada a pousar na região. O F-35 é o modelo mais moderno do arsenal dos Estados Unidos. Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana reivindicou a responsabilidade do ataque.
Isolado interna e externamente, metido no atoleiro de uma guerra onde está a ser humilhado, Donald Trump vê a vida andar para trás. A demissão do diretor do Centro Contra o Terrorismo dos EUA, Joe Kent, é o mais recente revés do inquilino da Casa Branca.
As autoridades iranianas informaram ter destruído depósitos de mísseis Rafael na Palestina ocupada e neutralizado mais de 80% dos radares norte-americanos. Para a operação, Teerão utilizou tecnologia de defesa de ponta, incluindo mísseis balísticos pesados dos modelos Khorramshahr-4, Emad e Ghadr. De acordo com o relatório técnico, todos os alvos foram neutralizados com precisão milimétrica.