A nação que conhece a fundo a sua história, exorta melhor o seu povo na senda da soberania; escolhe com diligência as suas alianças internacionais e defende lucidamente os seus interesses nacionais e lega o antigo vigor e discernimento dos nossos antepassados, ao presente frescor e desenvolvimento da nossa mocidade.
No terceiro dia da “Presidência na Ilha”, José Maria Neves esteve em Santa Cruz, o maior município do país no domínio do agronegócio. O presidente da República disse que, apesar dos avanços já alcançados, Santa Cruz continua a dispor de novas potencialidades nos setores da agricultura, da pecuária e da pesca, que devem ser melhor exploradas para impulsionar o desenvolvimento local e do país.
Reforçando o compromisso de José Maria Neves numa relação de proximidade com as populações, ouvindo as suas necessidades, inteirar-se das dinâmicas dos diversos setores de atividade e trabalhar em conjunto para a melhoria da qualidade de vida de todos os cabo-verdianos, o presidente da República visita o Tarrafal, São Miguel, Santa Cruz, São Salvador do Mundo e São Lourenço dos Órgãos.
...ao contrário do que temos assistido, a oposição é, e continuará a ser, peça essencial na defesa da democracia e do pluralismo político. Cabe-lhe contribuir ativamente para a construção de uma sociedade mais participativa, onde o debate de ideias, sejam elas partidárias ou de classe, se torne garantia de interesses verdadeiramente democráticos, republicanos e plurais.
Continuamos a desperdiçar o que a natureza nos oferece, em vez de transformar isso em oportunidades de desenvolvimento. Além dos desportos náuticos, as modalidades de praia deveriam ter outro tipo de prioridade, com o objetivo de colocar o Sal nos circuitos regionais e, a longo prazo, no cenário mundial. Mundial pode parecer ambicioso, mas é exatamente esse o tipo de ambição que falta quando são pensados os projetos, permitindo que se dê continuidade no futuro. O desporto devia ser encarado como uma verdadeira ferramenta de empoderamento e mobilidade social. É um caminho real para...
Lingua kabuverdianu ka ta more. Ku forsa di sidadania sklarisidu, di koraji ki sta na raís di distinu di ser pueta, nu ta mante-l bibu riba la, di Santanton ti Brava, spadjadu pa es mundu di dios undi ki ten kabuverdianu, fidju di kabuverdianu o jerason di kabuverdianu. Nu konbate bon konbati, nu mante nos fe, purisu oji e dia di nu kanta vitória.
A nossa responsabilidade é dar voz ao povo salense: Para falar da água que nos falta, da terra que nos está a ser retirada e do futuro que está a ser vendido ao desbarato. PARA QUEM DEVE FLUIR A RIQUEZA DA ILHA DO SAL, SENÃO PARA O POVO DA ILHA DO SAL? Pelo nosso passado, pelo nosso presente e pelo nosso futuro.