PAICV. Uma guerra com sabor a tambarina

Uma análise do meu amigo e colunista deste jornal online, Domingos Cardoso, a propósito da crise política que se vive no seio do PAICV, desencadeou várias reações tanto de amigos como de militantes, simpatizantes, ex-dirigentes, entre os quais José Maria Neves. Aliás, foi por causa da reação do ex-primeiro-ministro que desencadearam várias outras, para além do caso da queda ou não da Comissão Política Regional de Santiago Sul que já vinha sendo noticiado na imprensa e cujas reações também já se faziam sentir.

José Maria Neves. “Não houve nenhum desvio do Campus Universitário de São Vicente”

Ex-primeiro-ministro garante que a decisão de construir o Campus no Palmarejo resultou de pareceres de especialistas nacionais e estrangeiros. E que a China não pode decidir em que ilha deve ficar a infra-estrutura.

Casamento gay. Deputado do MpD considera precipitado o post de Miguel Monteiro e responsabiliza Ulisses

Para Emanuel Barbosa, o post de Miguel Monteiro contra o casamento gay “foi inoportuno, levando à polemização de um assunto que nem o Governo, nem o partido que o suporta tinham em pauta”.

José Maria Neves. “O PAICV vive momentos graves que podem levar à marginalidade política”

Ex-líder do PAICV volta a comentar, no Facebook, sobre o partido tambarina, que “vive momentos conturbados”, em que “qualquer acha pode atear a fogueira”.

Ulisses defende Miguel Monteiro. “Não pode haver intolerância a quem é contra” o casamento gay

Primeiro-ministro garante que o dossier “Casamento gay” não está na agenda política do Governo. E pediu respeito pela “liberdade de expressão total”.

Polémica. Deputado diz que é contra casamento gay e está a ser “crucificado” nas redes sociais

Miguel Monteiro, deputado e secretário-geral do MpD, socorre-se de textos bíblicos para rejeitar a legalização de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Está a ser acusado sobretudo de não conhecer a Constituição da República de um país laico.

Discursos não governam o país!

A sociedade queixa-se dos assaltos e dos homicídios gratuitos e o governo responde do outro lado que são exageros da comunicação social e das redes sociais.