Cabo Verde: Segurança e Estabilidade no seu entorno

1. Desejo poder partilhar convosco, ainda que em ritmo acelerado, o olhar de quem está num pequeno país que é, ao mesmo tempo, um pequeno Estado insular, atlântico, africano e inserido num espaço muito específico que é a África Ocidental.

ACOLP. Valor de Aristides Pereira no processo de desenvolvimento do país pouco conhecido

O presidente da ACOLP afirmou que Aristides Pereira foi um homem que assumiu seu compromisso com Cabo Verde com uma “lealdade extraordinária”, mas ainda é pouco conhecido a importância que teve na libertação e desenvolvimento do país.

Juventude cabo-verdiana. Que caminhos?...

Enquanto jovem cabo-verdiano, ciente das minhas responsabilidades sociais, familiares e profissionais e imbuído do dever de colaborar no desenvolvimento da nossa sociedade objectivando uma coexistência pacifica, não poderia permitir permanecer indiferente e em silencio face a algumas práticas socialmente reprovável, outras juridicamente proibidas, algumas com conteúdo negativo e imorais tendo como principais autores Jovens cabo-verdianos.

ARCS "condena" TCV por “censurar” JPAI, mas sem multa

A Autoridade Reguladora da Comunicação Social classificou de discriminação grave a posição da Televisão de Cabo Verde de não divulgar notícias das juventudes partidárias, com o argumento de que repetem aquilo que os responsáveis dos respectivos partidos normalmente veiculam.

O suicídio do jornalismo cabo-verdiano

Volto a um tema que já falo desde 2010, pelo menos: Cabo Verde, desta vez (Abril), caiu dois lugares no ranking da Liberdade de Imprensa, segundo a Repórteres Sem Fronteiras. Contingências a determinaram. Mas este é um problema antigo, com futuro pouco risonho.

A obra de Germano Almeida*

Este texto é a versão integral da intervenção feita por José Luis Hopffer Almada por ocasião da realização pela Associação Caboverdeana de Lisboa do jantar literário de homenagem a Germano Almeida, no dia 16 de junho de 2018, Prémio Camões 2018, na presença do galardoado e familiares, do Embaixador e da Embaixatriz de Cabo Verde em Portugal, do Presidente da Direcção da Associação Caboverdeana, dos membros dos órgãos sociais da mesma Associação e dos numerosos participantes da mesma sessão cultural.

Contra o fundamento de um povo. A sua Língua! A sua História!

Os factos falam por si. Hoje o crioulo[1] subsiste, para além das comunidades do Oriente, a par da sua decadência linguística e seu esvaziamento sociocultural, com enorme vitalidade e um futuro[2] garantidíssimo em Cabo Verde e na Guiné-Bissau.