A capital de Cabo Verde acolhe, a partir de amanhã, o encontro organizado conjuntamente pela Câmara Municipal da Praia e pela UCCLA, que já vai na 13ª edição e conta com a participação de escritores de Angola, Brasil, Cabo Verde, Galiza, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.
Esta é uma jornada urgente, que não deve ser adiada sob pretexto de dificuldades ou resistências, nem deve ser iniciada com medidas avulsas e pontuais introduzidas aleatoriamente no sistema educativo. Se o objetivo é alcançar o destino com segurança e legitimidade, é fundamental iniciarmos já a construção dos trilhos. Esta construção exige reformas estruturais no sistema educativo, do pré-escolar ao secundário, sustentadas por políticas linguísticas formuladas ab initio com clareza de propósito e centradas na valorização das nossas duas línguas - a cabo-verdiana e a...
"Cinquenta anos depois da independência, a língua portuguesa deixou de ser herança colonial para se tornar património nacional. Usá-la é hoje um gesto de soberania cultural, e não de submissão histórica. Na literatura, na música, no ensino, nas instituições, nos palcos internacionais Cabo Verde fala português com alma crioula. E é exatamente nessa fusão que reside a sua força singular."
Cabo Verde subiu ao pódio cinco vezes nas provas de atletismo dos Jogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) 2025, em Timor-Leste, ao conquistar três medalhas de prata e duas de bronze.
Moçambique assume em 14 de julho, em Maputo, a presidência da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP), mandato de dois anos focado na paz e inclusão, foi hoje anunciado.
Os membros do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (ROCC-IILP) vão estar reunidos, segunda-feira, 30 e terça-feira, 01 de Julho, na cidade da Praia, com vários pontos na ordem do dia, para análise e discussão.
Em declarações à rádio portuguesa TSF, José Maria Neves disse que é necessário acatar as resoluções democráticas de cada país, mas lembra que para os PALOP também emigram muitos portugueses e, por isso, é preciso ponderar sobre o que se decide. O chefe de Estado lançou ainda um aviso: mobilidade e emigração existirão sempre