Cabo Verde melhorou o seu ambiente de negócios este ano, subindo duas posições no índice “Doing Business 2018” divulgado pelo Banco Mundial (BM) esta terça-feira, 31.
No ano passado, aquando das eleições legislativas, embora sendo eu PAICVISTA desde os anos idos de 1959, em Dakar, Senegal, dei certo crédito ao nosso ora primeiro-ministro pelos argumentos que apresentou nos debates enquanto candidato e as promessas que fez em fazer diferente, para melhor.
Entrevista com o deputado nacional e vice-presidente do Parlamento da CEDEAO sobre a sua disponibilidade para presidir a Comissão da CEDEAO. "Estou trabalhando nisso há mais de um ano", afirma.
Custa-me, sinceramente me custa, o que vou escrever a seguir. É doloroso para mim dirigir-me nos termos em que o vou fazer a alguém que é jovem, por quem tive pessoal estima, mas sobretudo porque faz parte do governo do meu querido país, desta soberana república de todos nós. Mas a isso fui obrigado; não me deixaram outra via ou outra saída.
O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, apontou hoje a construção de infraestruturas básicas e o desenvolvimento de oportunidades nas zonas rurais e cidades não capitais, como principais desafios para a construção sustentável de um país.
A criação de uma linha de financiamento no valor de cinco milhões de contos e a isenção de impostos em matéria de importação são algumas das medidas concretas que constam do Orçamento do Estado para 2018 para apoiar o sectro privado nacional.
“Cabo Verde precisa definir o que quer relativamente à sua integração na África Ocidental”, afirma Isaías Barreto Rosa, candidato à presidência da Comissão da CEDEAO, comunidade que, no dizer deste ex-professor da UniPiaget, onde exerceu as funções de director da Unidade de Ciência e Tecnologia, precisa de uma maior participação de Cabo Verde. E sugere a criação de uma embaixada em Abuja. Entrevista exclusiva ao Santiago Magazine.