O Grão-Ducado do Luxemburgo, através do Programa Conjunto das Nações Unidas, financia a criação de uma pequena unidade de transformação do pescado, no âmbito do projeto “Maio + Pesca”. Ontem, o representante residente do PNUD em Cabo Verde foi conhecer o espaço.
Para além de acusar o executivo de Ulisses Correia e Silva de ser responsável por empurrar milhares de famílias para a pobreza, o deputado Julião Varela diz, ainda, que o setor privado foi “abandonado à própria sorte”, apontando o “falhanço” das políticas de investimento, o “agravamento contínuo” da carga fiscal, o desemprego real e a “ausência” de reformas estruturais. O deputado criticou, também, a concessão de mais um aval à TACV, sustentando que é o Estado quem está a financiar a transportadora aérea e considerando que a companhia não terá capacidade para...
Um total de 114 famílias foram beneficiadas com ligação domiciliária de água potável na ilha do Maio, no âmbito de um projeto financiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Com salão cheio, Francisco Carvalho esteve com emigrantes cabo-verdianos em Queluz, Portugal, num encontro marcado por uma forte participação da comunidade. O líder do PAICV disse que, após uma década de “políticas falhadas”, o MpD quer “ludibriar” os cabo-verdianos” e que os transportes são um “indicador do estado de degradação país”. E apresentou algumas das propostas para o futuro de país, em áreas como a saúde, a educação, a formação, os transportes, a habitação e o acesso à administração pública, entre outras.
No rescaldo da “Presidência na Diáspora” em França, José Maria Neves destacou o nível de empoderamento e vontade de participação dos emigrantes cabo-verdianos e a sua convicção de que a nossa diáspora “está mais forte, mais integrada e mais preparada” para contribuir para o desenvolvimento de Cabo Verde.
A porta-voz da Comissão Política Regional, Henriqueta Cardoso, sublinhou hoje que as visitas oficiais do primeiro-ministro, num curto espaço de tempo, não foram acompanhadas de inaugurações de obras com impacto real no desenvolvimento da ilha, o que, no seu entender, revela a falta de prioridade atribuída ao Fogo, que não pode ser tratado como ilha de promessas para ganhar votos.
Nenhuma democracia sobrevive quando o povo perde a capacidade de dizer: isto não é normal. Quando o povo perde essa capacidade o resultado final é a produção da normalidade, isto é: o processo pelo qual o inaceitável se torna tolerável e, depois, invisível.