O avião em que viajava a mulher de Umaro Sissoco Embaló e um seu colaborador próximo, no qual a Polícia Judiciária portuguesa apreendeu, em 15 de dezembro, cinco milhões de euros em notas, era um voo de Estado, deixando claro que, mesmo depois do golpe, é o ex-presidente da Guiné-Bissau que continua a dar ordens.
A nova moeda de 200 escudos alusiva aos 50 anos da independência de Cabo Verde, começa a circular hoje e está disponível em três versões - normal, dourada e prateada, anunciou o banco central.
A mulher do ex-presidente da Guiné-Bissau foi também constituída arguida e sujeita a termo de identidade e residência, decorrente do caso da apreensão de cerca de 5 milhões de euros no último domingo, num jato privado proveniente do Bissau. Dinisia Reis Embaló é suspeita da prática dos crimes de contrabando e branqueamento de capitais.
Jairzinho Lopes Pereira, prestigiado académico cabo-verdiano, saiu da terra, mas a terra nunca saiu dele. De tal modo que os seus pergaminhos académicos nunca apagaram o agricultor que transporta no peito e que, várias vezes por ano, o fazem percorrer a longa jornada de Lovaina (Bélgica), onde é investigador e professor na Universidade Católica, para se reencontrar com São Salvador do Mundo, terra que o viu nascer e com a qual tem uma indelével relação de paixão e identidade. O académico acaba de dar à estampa um surpreendente livro de poesia e prosa poética.
Tito Gomes Fernandes foi detido com cinco milhões de dólares em sua posse, na madrugada de domingo e libertado porque o Código Penal Português estipula que crimes, cuja pena seja inferior a cinco anos, não exigem a apresentação do suspeito a um juiz de instrução. O crime principal é o de contrabando de dinheiro, tendo-lhe sido decretada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, mas mantém-se sob investigação.
Neste dia, 10 de Dezembro, que se celebra o Dia dos Direitos Humanos e também Dia Internacional dos Direitos Animais, a pequena promessa das artes plásticas, Anaís, dá a conhecer ao público as suas pinturas em aguarela numa exposição que decorre até o dia 14 deste mês na Galeria Viagens nas Tintas, na Praça Center, no Palmarejo.
Em Cabo Verde, a discussão sobre o uso ou não do referendo é legítima, atual e merece ser feita de forma aberta e plural. Mais do que defender uma posição, o essencial é compreender o valor do instrumento e refletir sobre o seu eventual papel no reforço da participação cidadã. Quando necessário, é ao cidadão comum que cabe dizer: “Sim, seguimos por aqui.” ou “Não, queremos outro caminho.” Isso é democracia em ação. Contudo, é igualmente importante reconhecer que há temas altamente técnicos que exigem conhecimento especializado. Nem tudo é apropriado para consulta...