Na sua intervenção durante a IV Reunião de Alto Nível “Em Defesa da Democracia”, que está a decorrer este sábado em Barcelona, o presidente da República defendeu que “a desigualdade extrema é cancerígena para a sociedade e funciona como o principal combustível para o avanço de movimentos autocráticos e iliberais”.
Negociações de cessar-fogo entre as delegações decorrem neste sábado em Islamabad, Paquistão, mediadas pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif.
Decisão "definitiva e irreversível" foi tomada ontem à noite na Assembleia Geral por unanimidade dos associados da Sociedade Cabo-verdiana de Música. Em relação aos partidos, o processo encontra-se em ainda fase negocial, mas, segundo o vice-presidente da SCM, se não houver entendimento irão avançar com uma providência cautelar para impedir as organizações políticas de utilizarem músicas autorais durante a campanha eleitoral.
O jurista, constitucionalista e professor universitário jubilado faleceu hoje em Portugal, na cidade de Guimarães, onde vivia há vários anos, vítima de doença prolongada, aos 77 anos de idade. Com uma carreira dedicada ao ensino do Direito, foi uma voz em defesa da democracia e dos direitos humanos no espaço lusófono e no combate estudantil contra a ditadura salazarista.
A declaração é do presidente do parlamento iraniano e ocorre após o presidente norte-americano ameaçar “explodir tudo” e apreender o petróleo do país. “Suas ações insensatas estão arrastando os Estados Unidos para um verdadeiro inferno para cada uma das famílias, e toda a nossa região vai queimar porque você insiste em seguir as ordens do Netanyahu”, escreveu Mohammad Baqer Qalibaf na plataforma X.
Legislação permite que tribunais militares utilizem nova figura jurídica de “ataque intencional qualificado”, mas não aplica regra a judeus. A nova lei autoriza tribunais militares israelitas a aplicarem a pena de morte mesmo sem o consentimento formal do Ministério Público.
“No Kings”: milhões saem às ruas contra “trumpismo” e expõem rejeição histórica ao autoritarismo da extrema-direita. E recentes pesquisas de opinião, conduzidas pela Quinnipiac University, apontam que a aprovação de Trump caiu para em torno de 38%, com 56% de desaprovação – o pior índice durante o segundo mandato. Uma rejeição especialmente forte entre independentes e moderados.