...não pretendo apresentar um modelo a replicar. Trata-se, antes, de um ensaio vivido, de uma reflexão em movimento sobre a prática docente. Como tem sublinhado autores como Nóvoa (2020) e Pacheco (2019), inovar em educação não significa aplicar métodos novos, mas repensar profundamente o sentido da escola, do currículo e do trabalho docente. Continuo convencido de que a verdadeira inovação pedagógica exige coragem, tempo e reflexão crítica. Exige que abandonemos certezas confortáveis e nos disponhamos a aprender com os nossos próprios alunos. É nesse processo,...
Rompendo, pelo menos uma vez, um reiterado percurso de cedência às pressões do presidente norte-americano, a Europa, finalmente, bateu o pé, e Donald Trump teve de se encolher para evitar males maiores. Ao ameaçar vender a dívida dos EUA, os europeus chamaram a atenção de Trump e fê-lo recuar nas ameaças de anexação da Gronelândia. A retórica agressiva esbarrou na matemática. A mudança brusca da bravata para a incontornável realidade tem uma explicação simples: o inquilino da Casa Branca percebeu que, se a Europa levasse a ameaça avante, o dano seria incontrolável.
A Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) apresentou, hoje, a equipa técnica e os 15 jogadores convocados para a selecção nacional de futsal, que disputará as eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações (CAN) de futsal’2026.
Coincidindo com a data da morte de Amílcar Cabral, ocorrida a 20 de janeiro de 1973, Cabo Verde assinala hoje o Dia dos Heróis Nacionais, homenageando todas e todos os que lutaram contra o colonial-fascismo e pela independência nacional.
Com António José Seguro e André Ventura na segunda volta das presidenciais, a escolha dos cabo-verdianos, com cidadania portuguesa, é entre a democracia constitucional e a extrema-direita. Entre a liberdade e a civilidade, e o racismo e o discurso de ódio.
Suécia, Alemanha, Países Baixos, França, Canadá e Noruega vão ajudar a Dinamarca, num cenário de forte tensão com os Estados Unidos da América, para defender a soberania da ilha ártica de uma agressão ordenada por Donald Trump. A Suécia foi o primeiro dos vizinhos dinamarqueses a anunciar que vai enviar militares das suas forças armadas para proteger o protetorado dinamarquês.
Reagindo às declarações da primeira-ministra dinamarquesa afirmando que os norte-americanos “estão realmente a virar as costas à aliança ocidental […] ao ameaçarem um aliado”, o presidente dos EUA disse que “se afetar a NATO, afetará a NATO”, mas que “eles precisam muito mais de nós do que nós deles" e acrescentou uma ironia, comparando a defesa da região, que faz parte do Reino da Dinamarca, a "dois trenós puxados por cães".