Um Estado que elogia os seus emigrantes apenas quando eles brilham, mas os responsabiliza quando tropeçam, não está a governar: está a reagir. E um país pequeno, com uma história de mobilidade forçada e escolhida, não pode dar-se ao luxo de tratar a sua diáspora como um ativo descartável do discurso político. Talvez seja tempo de perguntar menos “o que fizeram os cabo-verdianos” e mais “o que poderia o Estado ter feito diferente”. Porque culpar é fácil. Representar, é mais difícil. Mas é exatamente para isso que existe um Governo.
Durante o dia de hoje, a operadora aérea nacional reforçou significativamente as ligações interilhas, assegurando 32 voos domésticos e disponibilizando 3.050 lugares para garantir o escoamento dos passageiros que já se encontravam retidos em várias ilhas.
O MPD já não consegue manipular a todos, a usurpar do erário público visando uma perpetuação no poder. Não conseguirá coaptar o PAICV dissimulando intrigas e divisões. A contagem regressiva dos dias desse (des)governo já iniciou. Um novo tempo se inicia. E que traga realmente benefícios não somente aos dignos pilotos dos TACV, mas a “todos os passageiros”, a todos nós Cabo-Verdianos. Os “primos” inclusive, mas não exclusivamente!
A caravana do Atlético do Tarrafal partiu hoje rumo a Amiens (França) para um intercâmbio que visa fortalecer laços culturais e desportivos.
O Instituto do Turismo de Cabo Verde (ITCV) participa de hoje a sexta-feira, na FITUR 2025, em Madrid, com novidades na inovação no ‘stand’ e ocupação de uma área de 77 m2 para participação de 15 operadores.
O Governo anunciou hoje a criação de uma companhia aérea estatal dedicada aos voos interilhas, para tentar resolver problemas crónicos que têm afetado a operação.
A Direção Geral do Trabalho (DGT) convocou para quarta-feira uma reunião de conciliação entre o Governo, a administração da companhia aérea TACV e o sindicato dos pilotos, que anunciou uma greve de seis dias.