A candidatura “Pela Qualificação Permanente do Jornalismo Cabo-verdiano”, concorrente aos órgãos sociais da Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde, acaba de tomar conhecimento de um despacho do Conselho de Administração da RTC dando conta de que já está concluída a versão FINAL do “Código de Ética e Conduta” proposto aos trabalhadores da empresa.
Director da Televisão de Cabo Verde, Tony Teixeira, reage a um post do jornalista Orlando Rodrigues relacionado com a instalação de vídeo vigilância na redacção e estúdios da televisão pública, dizendo que os jornalistas furtam equipamentos de trabalhos de colegas, pendrives, dinheiro, até telemóveis.
Jornalista da RCV, que já foi director da rádio pública e PCA da Inforpress, vai concorrer à liderança da Associação sindical dos jornalistas de Cabo Verde, AJOC, nas próximas eleições na classe.
Veterano jornalista, ex-director da TCV e da RCV, vai concorrer à presidência da AJOC, organismo de que é o actual vice-presidente. E já são dois candidatos a substituir Carla Lima: Orlando Rodrigues e Carlos Santos.
A Autoridade Reguladora de Comunicação Social decidiu instaurar um processo de contraordenação contra a RTC por “prática de censura exercida pelo Diretor da TCV contra o jornalista Rui Almeida Santos”.
Deputado nacional lança fortes acusações sobre os jornalistas, o sindicato que os representa, AJOC, e estes procuram defender-se ao “bombardeamento político”, num ambiente onde todos ralham, mas a culpa morre solteira. Tamanha intolerância, no país dos absurdos!
De há alguns dias a esta parte, o jornalismo cabo-verdiano, os seus profissionais e o sindicato da classe têm sido alvo de ataques desmedidos, injustificáveis e gratuitos por parte do poder político. Primeiro, foi o comunicado do Governo e outras reacções consequentes ao tratamento jornalístico dado, pela imprensa nacional, ao relatório do Departamento de Estado sobre os Direitos Humanos em Cabo Verde.