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Ex.mos Senhores,

Na noite de 21 de Março assinalámos o Dia Mundial da Poesia e o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial com leituras de “Tabacaria”, de Álvaro de Campos, em português e cabo-verdiano.

Fizemos para este dia uma pequena edição bilingue do poema “Tabacaria” com tradução Apolo de Carvalho, no seguimento de um trabalho iniciado em Novembro com a Associação Afrolis.

Infelizmente o nosso auditório foi demasiado pequeno para acolher todos os que se juntaram. O poeta e tradutor José Luiz Tavares foi uma das pessoas que não conseguiu entrar na Casa Fernando Pessoa, por se ter atingido a lotação da sala.

Mais tarde, porém, entraram indevidamente duas pessoas. Tratou-se de um erro, pois em caso de lotação esgotada não permitimos mais entradas para poder garantir a segurança do público em situações de emergência. Estamos a tomar as devidas medidas para que não volte a acontecer.

Falámos ontem à tarde com José Luiz Tavares para lhe apresentarmos as nossas desculpas e explicarmos pessoalmente o sucedido.

Mantemo-nos atentos às questões relacionadas com a discriminação racial, e outras barreiras no acesso à cultura e à cidadania. Continuaremos a reflectir e trabalhar sobre estas matérias.

Disponível para mais esclarecimentos, 
com os melhores cumprimentos, 

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Margarida Ferra

Responsável de Comunicação

Comentários  

0 # Miguel Costa M. 03-04-2018 12:38
Mas onde está a noticia? Um dos maiores racist do mundo foi o próprio Fernando Pessoa. É so ver os escritos dele sobre o assunto
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0 # Luis 26-03-2018 19:46
>Peço desculpa pela intromissão mas penso q no mínimo a diretora da casa Fernando Pessoa e após uma situação declaradamente racista só lhe fazia bem uma coisa...pedir a demissão
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0 # Cutelo de Covoada 25-03-2018 15:09
Desculpas esfarrapadas. E esta de João Garcia, então, nem ao diabo lembra. Tenham vergonha!
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0 # paula ferro 25-03-2018 09:19
Então as duas senhoras foram convidadas a sair da sala por estar lotação esgotada!
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+1 # Pedro Silva 25-03-2018 07:12
Como já tive oportunidade de dizer noutro forum, muito se estranha esta acusação de racismo a uma Casa que, em Portugal, promoveu leituras de poesia em português e crioulo. Insólita xenofobia esta, que supostamente limita a entrada a um negro (sem a limitar a todos os outros que chegaram a horas), mas promove uma edição com Pessoa na língua de Cabo Verde.
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-1 # Maria de Nazaré 25-03-2018 04:23
Que desculpa tão pobre! Vergonha na cara é o que devia ter a criatura que está à frente da Casa Fernando Pessoa. Deve pensar que é a dona da casa.
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0 # João Garcia 24-03-2018 01:13
Sempre se disse que a melhor forma de observar é escutar atrás das portas. Pois, as pessoas quando não sabem que estão a ser observadas, é então que revelam a sua verdadeira face. Neste caso, instituições. Assim, fica-se a.saber até que ponto a Casa Fernando Pessoa acredita no seu âmago nessas comemorações que realiza. Com que então, a entrada indevida não poderia calhar ao preto?!
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