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De um simples pescador, o equatoniano Edison Washington Prado passou a liderar uma das maiores organizações de narcotráfico no mundo que chegou a exportar só para os EUA perto de 250 toneladas de cocaína. O "Pablo Escobar do Equador", como é conhecido, foi detido quarta-feira na Colômbia durante a operação "Sol Nascente". Agora vai responder perante os tribunais norte-americanos.

Washington Edison Prado, o homem conhecido como ‘Pablo Escobar’ equatoriano, foi extraditado ontem sábado, 24, para os EUA, depois de ter sido apanhado e detido na Colômbia em abril. A informação foi avançada este domingo pela procuradoria-geral do país da América Latina, segundo garante a Associated Press.

A procuradoria acrescentou que Prado foi escoltado por 50 comandos e agentes de polícia até ser entregue às autoridades norte-americanas. A acusação dos EUA que pende sobre Prado está relacionada com o envio de mais de 200 toneladas de cocaína para o país.

A operação de tráfico de droga de Edison Prado era considerada pela polícia a operação mais sofisticada em toda a costa do Pacífico e comparada à do cartel de Medellín de Pablo Escobar. O cartel de Washington Prado enviava uma tonelada de cocaína por semana para a América.

Prado tentou evitar a extradição dizendo que é membro das FARC, o que lhe daria um estatuto especial já que, devido ao processo de paz negociado com o Governo colombiano, os membros da guerrilha podem gozar de amnistia. As autoridades não acreditaram na sua declaração.

Com Observador e agências



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