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 FIC

A organização da FIC estima receber uma media diária de 2 mil visitantes totalizando 10 mil durante os 5 dias do evento que este ano realiza-se sob o lema "Cabo Verde, o Hub para a África Ocidental" e está orçado em 17 mil contos.

Muitos dos operadores económicos que aderiram à 21ª edição da Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), que este ano acontece no Pavilhão da Laginha, no Mindelo, procuram essencialmente fazer bons e expandirem as suas marcas a outros mercados.

Neste evento que abriu as portas na noite desta quarta-feira, 15,  numa cerimonia presidida pelo ministro da Economia e Emprego, José Gonçalves, estão cerca de 100 expositores, 53 por cento (%) dos quais cabo-verdianos, sendo boa parte delas de capital estrangeiro, conforme assegura o presidente da FIC, Gil Costa.

Além de Cabo Verde, participam também operadores económicos portugueses representando 41 % dos expositores e ainda do Brasil com 4% e da China com 1%, distribuídos em 200 stands que ocupam uma área feiral de 3 mil metros quadrados. 

Em conversa com Santiago Magazine, alguns empresários como Pedro Frazão, administrador do Grupo Sousa, empresa madeirense que está ineteresada na gestão dos portos de Cabo Verde, entendem que participar na FIC é estar numa montra de referência  e é sempre  uma "boa oportunidade" de afixar a bandeira, estabelecer novos contactos e agarrar novas oportunidades.

“Somos por natureza uma empresa com uma genética  insular, nascemos e crescemos na Madeira e queremos replicar esta experiência aqui em Cabo Verde onde já temos alguma  representação”, afirma o empresário, que destaca a presença da P Mar empresa de transporte marítimo que foi esta semana recebeu o prémio da Enapor  de melhor operador portuário em Cabo Verde.

Os transitários da Belatrans, empresa  também portuguesa, destacam, por sua vez  a importância de marcar presença  na FIC como forma de expandir  e divulgação os  seus negócios em Cabo Verde.

Com presença assídua na feira há vários anos, o responsável da empresa, Vitor Lima, afirma que o objectivo é angariar novos públicos e conseguir implementar o seu negócio. “A participação na feira tem trazido algumas mudanças como por exemplo o aumento da nossa carteira de clientes” afirma.

Além  destes dois empresários portugueses, outros nacionais e brasileiros ouvidos por Santiago Magazine, como Emanuel Rocha, da  empresa Brasileira Arquipélago Internacional Brasil afirma que a feira é uma oportunidade também de  divulgar novos produtos  e conhecer de perto o consumidor final.

Já Cibele Delgado, técnica comercial da nacional Irmão RVM lda, afirmou que o sucesso da primeira participação em 2015, também em São Vicente é que motivou essa nova participação e que a ideia é  apresentar mais uma vez a empresa e descobrir os potenciais clientes que os ajudará a expandir para as outras ilhas de Cabo Verde.

A decorrer até domingo, 19,  na ilha de São Vicente a FIC que este ano se realiza sob o lema “Cabo Verde, o Hub para a Africa Ocidental” comporta para além da exposição várias jornadas técnicas relacionados ao mundo empresarial e uma visita guiada a ilha de Santo Antão com foco na divulgação das potencialidades do turismo rural na ilha.

 

No acto da abertura da FIC o ministro da Economia e do Emprego José Gonçalves avançou que a dimensão internacional da feira  representa uma “excelente oportunidade” para toda a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) dai a escolha deste lema.

 

Em termos orcamentais a edição 2017 da FIC teve um acrescimo de 37%, com  a entrada de 10 mil contos do orçamento do organização e mais sete mil contos de investimentos feitos pelos expositores, totalizando os 17 mil contos.

A organização estima  média diária de 2000 pessoas totalizando seca de 10 mil visitantes.



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