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Por: João Cardoso

 João Cardoso1

Seguir os factos da atualidade por esses dias que correm, entre nós, e, no mundo, não tem sido tarefa fácil. Precisa-se de holofotes, e, de mandarmo-nos ressuscitar os anjos (!) Maus sinais… São tantas pinceladas surrealistas que até nos deixam a bocejar. Às vezes, aparece pessoa a falar de si na 3ª pessoa do singular como se não tivesse nada a ver com nada. Fica escondidinha no jogo das sombras e a buscar as interjeições. Então, perguntai primeiro ao seu rosto magro por, onde, anda a palidez funérea da patifaria (!) A sua impunidade completa e a sua arrogância de nos mentir com a maior desfaçatez na enxurrada selvagem, sem decoro, que nos repugna ainda mais quando há uma sucessão de grosseiras mentiras. Peço aos Deuses que devolvam a sensatez e a lucidez divina aos fazedores de conta. Tudo isso levar-me-á a pensar que o tempo da política, da arte e da ciência (com consciência) deverá ser hoje, o tempo herdeiro do cidadão livre e de uma nova cultura. Precisamos de uma nova atitude e comportamento na sociedade cabo-verdiana. Senão a miopia e associada a gaguez nos embrulham, e, jamais iremos conseguir ganhar o “poker” do desenvolvimento. Mal a mal, ou se empobrece ou se barbarize ou se corrompa, até, à garganta funda com todos esses verbos juntos e mais as vírgulas.

Sim! Agora entendo que não existe um caminho certo, apenas pessoas tentando dar o seu melhor num mundo onde é mais fácil fazer o pior no largo rastos das sombras.



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