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Por: Samilo Moreira

 

Antes de mais, aos leitores peço racionalidade na interpretação e não emoção. Aos Políticos de Guerrilha de costume peço sinceridade e não politiquice. Assim, podemos contribuir para definir afinal o que queremos no nosso País: QUALIDADE, EXCELÊNCIA, PROFISSIONALISMO ou OUSADIA NEGATIVA vulgo ACTO DE CORAGEM.

Os especialistas determinaram que para a comunicação entre as pessoas, frente-a-frente seja considerada de sucesso é influenciada em: (55%) pela Linguagem Corporal ou Não-verbal (gestos, postura, sorriso ou sem expressão, presença enérgica ou apática etc.), (38%) pelo Tom de Voz ou Vocal (volume alto ou baixo, claro ou abafado etc.) e (7%) pela linguagem Verbal (somente as palavras). A comunicação é fundamental, ainda mais quando o objectivo é atrair Investimento Directo Estrangeiro.

Todos rimos do Sr. Casimiro Teixeira porque, indirectamente, muitos acharam que era/é sua obrigação falar o mínimo de Português. E da sua Excelência, o Sr. Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, consideram um ACTO DE CORAGEM. A OUSADIA significa também “falta de prudência; realizada sem reflexão”.

Entendo que, mesmo em 2018, numa era de acesso fácil a formação grátis online, muitas pessoas em Cabo Verde não domine minimamente o Inglês. Quer por falta de oportunidade e acesso, condições económico-financeira, falta de interesse e outras por razões diversas, possam sentir tocadas e estão a colocar-se na pele do nosso Primeiro-ministro. Da mesma forma que puseram, quando no debate, a Janira Hoppfer Almada dissera - o, desnecessariamente, para ir aprender a falar corretamente o Português. A maioria dos Cidadãos/Eleitores, foram emotivamente solidários com Ulisses Correia e Silva nesse dia.

A solidariedade é importante mesmo quando descabida do racional. Mas, a racionalidade também é importante.

O erro nunca é um problema. Aprende-se com o erro. É o não aceitar do erro; directamente não aceitará a correção, que está a falta da virtude. Quem não aceita o corrigir do erro, vai errar toda a vida. O aceitar do erro pode-se chamar de humildade. Aliás, um dos grandes problemas em Cabo Verde é a forma como tratamos o conceito de humildade. Por isso, vou abrir um parêntese para definir um pedaço desse conceito da Humildade da Elite Política Crioula:

1. Os Políticos, Diretores etc., Caboverdeanos quando visitam Portugal (ou qualquer Pais Ocidental) andam de Táxi, Autocarro, Metro, Uber etc, mas frequentam os mais Luxuosos Hotéis. Dizem-se humildes. Em Cabo Verde exigem humildemente Prado, Motoristas, Saldos Telefónicos, Água e Eletricidade, internet etc., tudo pago com erário publico;

2. São as mesmas humildes pessoas que estão a dizer-vos, que saber o Inglês não é importante, mas sim a ignorante Ousadia ou acto de coragem , que recusam inscrever os seus filhos nas Escolas Pública do Pais. São os mesmos políticos, Vereador da CMP etc, que deviam defender e procurar dar as Escolas Públicas melhores condições que têm os seus filhos a frequentarem as Escolas Privadas L’Élysée, Escola Portuguesa, etc., onde o ensino da Língua Inglesa é a base, e ao Povinho pedem Ousadia de Ulisses Correia e Silva aos Vossos filhos nas Escolas Públicas.]

No dia que quiserem ir pedir um financiamento, apresentar uma ideia ou um Produto, a um estrangeiro, tentem fazer a mesma apresentação que fez o nosso Primeiro-ministro, depois esperem por um resultado diferente. Tentem apresentar na Universidade o vosso Trabalho nesse Ingrês ou num Criouloguês a lá Casimiro Teixeira e esperem pelo Certificado de Excelência.

Não podemos exigir que para se aceder a “qualquer cargo na Função pública” como requisito, um Inglês de Nível 5 e depois aceitar o Ingrês de Nível 0 do Chefe da Função Pública. Exigem aos outros o que não exigem a eles: é a inversão de um dos conceitos da Inteligência Emocional: pôr-se na “pele dos outros”.

Se não se pode pedir Excelência ao Primeiro-ministro nas suas funções, a quem devemos pedir Excelência na Administração Pública?

A qualidade de gestão de recursos humanos,m no que toca, em particular, á avaliação do desempenho é baixíssima, precisamente porque enaltecemos e fomentamos a baixa qualidade. Defender a apresentação e prestação do Primeiro-ministro como OUSADIA ou Acto de Coragem, é o continuar da cultura avaliativa que fomos e somos formatados a acreditar: “corri mo na cabeça” e “ desenrasca”, é a solução.

O nosso Primeiro-ministro tem um Curso Superior, está na Política há mais de 40 anos, tem capacidade económica, financeira e de aprendizagem. Portanto se quiser/quisesse frequentava aulas de Inglês, do melhor que há no Mercado Local ou Global. Portanto, nunca lhe interessou ser Global, linguisticamente.

Não há nada que possa justificar que em 2018 o nosso PM, que gosta de falar que temos que ser Global, não domine o mínimo da língua Universal.

O Ulisses Correia e Silva mostrou falta de profissionalismo, e isso, deveu-se principalmente ao deslumbramento, o efeito show off e projecção pessoal, que tem sido a arma de Comunicação da maioria dos membros desse executivo.  Dá-se o valor apenas ao "Output" e nunca ao "Outcome”.

O que está em causa não é o sotaque. A prestação do nosso PM foi horrível: a apresentação, a linguagem, as palavras, a informação, os verbos, as frases etc.

Se o objectivo era atrair essas pessoas a conhecer o País, através desse monólogo em Ingrês, ficou aquém do resultado. Não houve comunicação, muito menos transmissão da mensagem do Primeiro-ministro. O constrangimento nos rostos da plateia é evidente. O que salvou o nosso Primeiro-ministro da gargalhada geral, é estarem pessoas civilizadas à mesa.

Num espaço formalíssimo e de excelência como esse Fórum, exigia-se profissionalismo e perfeccionismo na comunicação.  Não ponham só na pele do Primeiro-ministro, façam um esforço racional e ponham-se na Pele das Pessoas que estiveram na Plateia, que nunca ouviram falar de Cabo Verde. Ou ponham-se na pele de um Professor a ouvir a apresentação de um trabalho, nesse Ingrês, de um Aluno que até podia chamar-se Ulisses.

OUSADIA SEM EXIGÊNCIA E PROFISSIONALISMO, É IGNORANCIA.

Somos humildemente “Gressives Pah".

Comentários  

0 # Kokoi 16-05-2018 16:52
O que tu andas a fazer em Lisboa Grande Iluminado? Estás a fazer um PhD em sabura?!Já é tempo de desceres de falso pedestal e vestires a camisola da humildade!
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0 # Manuel Gonçalves 16-05-2018 10:02
Caramba, pá! Este colunista vem cá criticar o Outro por alegados erros de comunicação, mas não repara que ele próprio escreve mal o Português, que é a nossa língua oficial, que nos é ensinada desde a escola primária. Por exemplo, não sabe sequer escrever corretamente o gentílico referente aos indivíduos naturais de Cabo Verde! Por isso, com toda a humildade, aqui fica um conselho para este senhor: tenha sempre em mente que quando aponta o dedo a alguém, tem sempre três virados para si.
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+1 # Djoncabafum 15-05-2018 22:26
Forca SAMILO nao te preocupes com os comentários do Pedros e Alexandres. Sao os de sempre.
Deves saber que existe um grupo devidamente preparado pelos sem djobe pa ladu para contrariar tudo e todos. Sao bem pagos. A tarefa deles é só isso . Ganham muito bem. Sao bem pagos pelo governo. . .. Sao chamados os TCHAPU NA MON . . . .. . .""É precisamente isso que a CMP faz com os contratos....... Sao todos TCHAPU NA MON...... meu Deus para onde vamos . . . .. . . . .. .
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0 # SÓCRATES DE SANTIAGO 14-05-2018 20:13
Sinceramente, o Senhor Primeiro Ministro fez muito mal, ao optar por fazer o discurso em inglês, uma língua que ele não domina. O Senhor Ulisses Correia e Silva deveria falar em português, a nossa língua oficial, que seria, por sua vez, traduzido para o inglês por um tradutor que o acompanhasse. Minha gente, o Senhor Ulisses Correia Silva não é uma pessoa qualquer. Trata-se, efectivamente, de um Primeiro Ministro de um País, num regime de Parlamentarismo Mitigado, em que tal figura tem muito mais poderes e visibilidade do que o próprio Presidente da República, sendo este talhado mais para "corta-fitas" do que outra coisa. O nosso Primeiro Ministro pode até não saber falar inglês. Até aqui, tudo normal. Mas, ele sabe e deve falar português num acto público tão importante como era aquele, para não ser objecto de "tchokota" como foi o caso, pois, é toda a NAÇÃO CABO-VERDIANA que se sentiu HUMILHADA e ULTRAJADA, por ter um PRIMEIRO MINISTRO que não sabe falar inglês, a LÍNGUA UNIVERSAL, COMERCIAL E DIPLOMÁTICA.
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+2 # Desconfiada 14-05-2018 19:02
Li o seu texto e percebi logo a sua tendencia política.
É só mais uma opinião....
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-2 # Pedro Alexandre Roch 14-05-2018 16:55
O nosso PM foi ousado e estreante, como chefe de governo, em expressar -se em inglês num fórum cuja plateia era formada, na sua maioria, por anglófonos. Não tinha que ter a fluidez do inglês e nem o sotaque londrino ou novaiorquino como pretende, incompreensivelmente, o autor deste artigo. Os falantes do inglês expressam-se nos mais diversos sotaques e não há um sotaque padrão, daí entender o quão absurdo é este esforço sagaz do autor deste artigo de apoucar e desprezar o PM deste País, fruto quiçá de uma inveja atroz e de um profundo desrespeito pelo eleitorado caboverdiano. O mais confrangedor em tudo isto é a ausência total de humildade e uma presença omnipotente de arrogância do senhor Samilo Moreira em querer ser, pateticamente, omnisciente, mestre de todo o saber universal, o mais perfeito no uso de instrumentos de comunicação e, ridiculamente, fala de conceitos linguísticos que não constam em nenhum estudo científico do mundo, a não ser no seu universo de lucubrações quimeras: fala, toscamente, de língua universal, numa total ignorância, referindo-se ao inglês. Na verdade a ignorância é atrevida. Ora, não existe uma língua natural que é ao mesmo tempo universal. Isto é impossível do ponto de vista linguístico. Daí que o inglês, e não só, jamais sería uma língua universal. No contexto da contem[censurado]neidade uma língua universal só o poderia ser do ponto de vista artificial. Daí se falar de língua artificial e não universal. Denota-se, por isso uma ignorância confrangedora do Samilo Moreira ao pretender pisar a ceara que não domina e lhe falta habilidades para ceifar nesse espaço que lhe é sinuoso. Esta é uma atitude grotesca de quem quer protagonizar uma guerrilha que subjaz num complexo de todo desconhecido e labora num mundo de megalomania, característico de uma politiquice que teima em subsistir, como resultado de "dor de cotovelo" que vem apoquentando os tantos Samilos destas aventuradas ilhas. Tenho por certo que o UCS fala fluentemente o crioulo que é a sua língua materna e o português que é a língua oficial de Cabo Verde. É o quanto basta para o PM de Cabo Verde. Se poder comunicar em inglês, este não tem que ser fluído, posto que não é o dever e nem é uma obrigação política, ética, moral, profissional, protocolar ou oficial que o PM de um país tenha que falar, fluentemente, o inglês ou outras línguas, ou seja, tenha que ser um poliglota. Esta exigência só pode ser de quem nutre um complexo de inferioridade face a outra cultura e subestima a sua origem sócio-cultural e linguística. Conhecer e dominar outras línguas é uma riqueza e uma virtude, mas nunca uma condição imposta ao cidadão para exercer um cargo de governação e muito menos a garantia de ser, por este motivo, um bom governante. Agora, o mais confrangedor de tudo isto é o facto de o Samilo Moreira que pretende se apresentar como um exemplo de profissionalismo e perfeccionismo, querendo dar lições de linguística, neste espaço, ser aquele que comete erros crassos e de palmatória ao fazer o uso da língua portuguesa, a língua oficial do seu país. Aí sim, é que é muito grave! Critica ferozmente o PM e o humilha, publicamente, desprezando o seu inglês e traz aqui a este debate um texto eivado de erros estruturantes do português, do ponto de vista sintáctico, lexical, semântico, ortográfico e de coesão de pensamento. Não são gralhas, nem lápsos de linguagem e nem "erros de empatia". Repito, são erros imperdoáveis para quem pretenda aparecer como o grão-mestre, que se arma em o "sábio dos sábios" dando lições de linguística e desprezando o inglês do outro e no entanto, pior que isso, publica um artigo que faz rasgar a gramática da língua portuguesa. Digo isso por causa da sua atitude arrogante e desprezível, quando ele mesmo comete piores erros. E o mais grave, não em inglês (que até seria compreensível), mas sim em português que tem o dever de o escrever correctamente, já que pensa, arrogantemente, ser um catedrático em linguística. Se o Samilo insistir na sua arrogância e megalomania, pedirei desculpas ao público e apontar-lhe-ei os erros graves do seu texto, em matéria de construção frásica, inaceitáveis para quem se considere, ironicamente, um "cultor da língua de Camões".
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0 # Terralonge 18-05-2018 08:05
Aconselhava o Pedro a ficar calado. Pois, ao defender a mediocridade, na qualidade de alguém que se diz foi professor, fica tudo dito. De gente com essa perspetiva, o país não precisa das suas opiniões. Tenho pena, se os seus ex-alunos, também, ficaram com essa perspetiva. Mais, foi essa a perspetiva que ele defendeu durante os tempos em que foi autarca? Eu creio que sim, a avaliar pelo nível de agressividade verbal na política que havia em Santa Cruz.
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+2 # Jorna Lista 16-05-2018 11:33
Quando o Samilo escreve "O que está em causa não é o sotaque." e este Sr. Pedro Rocha escreve "Não tinha que ter a fluidez do inglês e nem o sotaque londrino ou novaiorquino como pretende, incompreensivelmente, o autor deste artigo."...só tenho que concluir que o Sr. Pedro Rocha não leu o artigo. Decidiu escrever sobre algo que não entendeu. Isso é burrice ou ignorância ou então as duas coisas juntas: "BURRÂNCIA"!
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+2 # Pipilita 15-05-2018 09:53
Senhor Rocha, si erra JHA ki daba kel baraka la?
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+1 # Terra-terra 14-05-2018 23:33
Mas, oh Alexandre, quando pensavamos que havias desaparecido, voltas nesse tom bajulador. Considerar, besta altura do campeonato, que um CABOVERDIANO que ja foi ministro das financas e, agora, primeiro ministro nao domine o ingles suficientemente, e idiotice.
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+1 # Pedro lixandi lanbes 14-05-2018 22:50
Pedro nao precisa defender o indefensável.
UCS fez o papel de parvao ao tentar falar kriongres. Francamente!!
Afinal o que estava lá nao era o cidadao UCS mas sim o Primeiro-ministro do meu pais.
Nao me surpreendeu o UCS já que a sua fraca intelegencia é notória mesmo ao falar em portugues.
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0 # Nely 14-05-2018 15:45
Profissionalismo e' fala sem erro lingua estrangeiro, lingua ki e' ca di nos??? Ingleses e Mercanos, ki ingles e' di ses, es ta fica contenti hora ki es odjou ta esforsa ta fala ses lingua mesmo ku erro, es ta insentivou a fala, mas na Cabo verde es ta fazi xuxadera e es ta intimida alguem, em vez de nu encoraja. Si complexados liga comentarios des pessoas e' sta corre risco de fica excluido internacionalmente. Nhos continua si, nu ca ta bai longi, pd hj kenha ki ca sabi ingles ca ta da' ninhum passo. Ate' na Portugal, aulas e' so ingles na txeu curso e disciplina.... Nu fala sem medo, si cre nu erra, ora ki nu erra, nu ta prendi, si nu ca fala nu ca ta prendi nunca. Lingua e' dinamica, nu tem ki pratica
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0 # Jorna Lista 16-05-2018 11:35
...a burrância continua. É transversal..
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0 # João Pedro Martins 14-05-2018 12:04
Pela boca morre o peixe. De repente, acabaram-se as crise da falta de água, falta de pasto, falta de trabalho, de rendimento, dos cuidados de saúde básicos, da insegurança, da crise no seio do Paicv, de repente, a questão número um da agenda nacional é o discurso em inglês do Sr. Primeiro-ministro. Ora bem, Samilo, como bom tambarina que é faz pior. Ora, como bom cientista que parecer ser ou deseja ser, sabe e o jornal também sabe, que nunca se sublinha um texto de artigo, seja para o jornal, seja para uma revista científica. É deslegante e agride o leitor o sublinhar textos ou parte dele, tal como o é, também, incluir caracteres maiúsculos para impressionar o leitor, na falta de capacidade de raciocínio. Esta técnica fere as regras de uma escrita civilizada. Não são os sublinhados que dão maior ou menor importância aos textos, mas sim a capacidade de articulista para conduzir o leitor numa ou outra direcção é que conta. Perguntam alguns idiotas para é que serve a ferramenta sublinhar do Word. Resposta, para tudo, mas seu uso num jornal ou artigo de opinião está vedado. Serve para enfatizar algum aspecto de um relatório, de um memorando, de uma acta, de um resumo, porém nunca no interior de uma artigo de jornal. Portanto, Samilo, apesar sua respeitosa presunção de sabedoria, afinal, esbanja a ignorância típica de um atrevido, com manias de quem sabe. Duvido que o teu professor deixe passar uma coisa dessas. Sei que o Samilo vai nos trazer exemplos de artigos sublinhados para provar que a "regra" é adotada por muitos. Pois bem, é usada de forma indevida por pessoas iguais a ele, que ignoram a mais elementar regras da escrita. De resto, aconselho o Samilo a trazer exemplosobre esses detalhes e terás a resposta. Noutro dia, li um artigo do David Almada, o homem, tal como o Samilo se perde em sublinhados como quem é incapaz de conduzir o leitor de forma racional, conduz o leitor por meio de sinais gráficos (sublinhado). Portanto, o Samilo não tem moral para criticar o preciosismo ou a falta dele na fala do Primeiro-ministro, porquanto o Samilo não é exemplo de fala e escrita corretas.
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0 # manuel mendes de and 14-05-2018 10:39
Complexados é o que somos: os altos representantes de instituições e organizações estrangeiras, num esforço de comunicação e(humildade verdadeira) falam mal o Português e ficamos todos "orgulhosos". Nós, se falarmos mal a língua deles mas passamos a mensagem, somos ridicularizados. Não obstante eu tb defenda que os técnicos superiores deveriam dominar pelo menos as duas línguas estrangeiras mais utilizadas globalmente a vários níveis. Mas sejamos tolerantes, pois nem todos nascemos para as línguas. E pode-se sempre aprender.
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+1 # Adelaide 14-05-2018 15:52
Caro Manuel, o Português não é uma língua universal como o Inglês, a tua comparação não faz sentido, um alto governante estrangeiro falar português é o mesmo que falar chines, alemão, russo, etc, mas já o Inglês é como a matemática, é UNIVERSAL porque em todos os cantos do mundo vais conseguir comunicar.
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+1 # Tete 15-05-2018 09:05
Por amor de Deus. Qualquer um que entenda minimamente da linguística sabe que não existe língua universal. Sabe que todas as línguas fazem parte de uma cultura e por isso não se pode dizer que uma cultura é superior…estou quase a lembrar o Adolf. A língua faz parte da identidade de um povo e se repararem bem não vemos Angela Merkel ou Vladimir Putin a falar inglês (língua universal kkkk) nos grandes eventos, não porque não sabem, mas sim pq valorizam as suas línguas e as suas culturas.
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+1 # Pipilita 14-05-2018 15:24
Bom é sabidu ki UCS ka obrigadu à sabi fala inglez ou kualker otro lingua ki ka é kel ki nu komessa ta inxinadu desdi pikinoti na Skola ou kel ki nu komessa papia na nos primerus palavras. Por issu kin ta atxa me divia tinha kol um interpreter pa djudaba el ku venda di nos terra, pamodi Tudo produto ta analizadu antis kumprado e, vendedor é un di kes kompunentis di avaliasson!!!
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-2 # Cardoso Pires 14-05-2018 10:32
A maioria dos caboverdianos é pobre porque, precisamente, como esse Samilo, preocupa apenas, com a vida dos outros esquece da sua. Sr. Samilo, abre uma escola com curso de inglês e convida o primeiro ministro a matricular - se para aprender melhor. Eu também vou!
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+1 # PEPETELA 14-05-2018 09:09
Falando de “profissionalismo e perfeccionismo na comunicação”, por favor leiam (e “wait not” divulguem) este artigo do Kim Ze Brito para ver a qualidade dos “quadros” que dirigem o nosso Cabo Verde. “Apocalypse now”.
https://mindelinsite.cv/secretario-estado-paulo-veiga-bela-baia-do-mindelo-nao-local-adequado-um-porto-aguas-profundas/
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+2 # apartidário 14-05-2018 14:56
De facto é lamentável, patético e ridículo esta entrevista, assim como é a "tipologia" de quadros medíocres que infestam a nossa "perezosa" administração pública e por consequinte a nação.

O mais cómico, ou senão trágico, desta entrevista é essa parte:

"MI – Que tipo de relação é que Paulo Veiga tem com o mar e como é que ela está a infuenciar o exercício do cargo de Secretário de Estado da Economia Marítima?"

"PV – Nasci na cidade da Praia e cresci à volta da Prainha. Costumava fugir de casa para ir ao mar, depois ficava a pensar como chegar à casa sem que os meus pais descobrissem. Portanto, sempre tive
uma ligação muito especial com o mar. Além disso, a minha vida prossional
colocou-me muito próximo do mar, enquanto trabalhava na Cimentos de Cabo Verde. A primeira coisa que aprendi no negócio do cimento foi que o produto era o menos importante neste país – o grande problema era como distribuir o produto num mercado separado pelo mar."

Não é de estranhar que com indivíduos desse tipo o país esteja a tomar o rumo que tem tomado.
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0 # Semedo 17-05-2018 10:11
kkkkkkkkkkkkkk kel tem muuuuita piada !
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+3 # Assessor 14-05-2018 08:57
Que vergonha! Que vexame!
Vender o pais com o vendedor deste, o dinheiro nao pode entrar.
Estou envergonhado de fazer parte desta equipa.
Responder
+1 # Luizinho Mendes 14-05-2018 08:51
Nesse momento há um grupinho em busca de tacho procura defender o primeiro Ministro. Chama Maika Lobo para ajudar o nosso Homem do Ingles que apreendeunos EUA. Chama Maika.
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+1 # Minino Praia 14-05-2018 20:48
Coitado Maika nen el ka tem kel pedalada la la emfin , pes fazi ses trabadju d casa antis des fazi papel d ridiculo
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0 # Rui Freitas 14-05-2018 08:33
“Não se pode ser culto e manhento ao mesmo tempo.” De: João Manuel Varela, MD PhD (1937-2007)

“Em Cabo Verde aplica-se o principio de mais valia inversa, mais pior, melhor.” De: João Manuel Varela, MD PhD (1937-2007)
Responder
+1 # Djoncabafum 14-05-2018 07:49
Nao acredito que o nosso PM tenha feito isso. Deve ser uma Caboverdura e brincadeira de mau gosto.
Nao desacreditem o homem por favor.
Responder
0 # Aderito 14-05-2018 07:32
Samilo na sua tirada de sempre. 1. Não foi o Ulisses k a Janira disse para ir aprender o inglês, foi o líder da UCID. 2. Mostra uma ignorância sobre a realidade do país. Devia saber o samilo que este governo tanto k preocupa com o ensino, já pois em marcha a aprendizagem das linglês inglês e francês a a partir da 5" e 6" classes. 3. Não quer o Samilo achar que somos um país de gente comunista ou de miseráveis. Ficar num hotel decente em viagens no estrangeiro faz parte da decência protocolar. Tudo o resto é tretas. 4. O Ulisses foi bem entendido e compreendido, é isso que interessa. Tudo o resto é falácia e pronto.
Responder
0 # #Alguém 14-05-2018 10:54
Hmmm qd estudei o ciclo preparatório, obrigatório era o Francês... Quem foi que o eliminou do currículo escolar?
Quem tem os seus filhos em escolas privadas, porque sinceramente não acreditam na qualidade do nosso ensino. Faça-me o favor!
Responder
0 # Joana Dias 14-05-2018 07:26
Nao foi a Ulisses que Janira pediu que melhorasse o português. Foi a Antonio Monteiro, lider da UCID.
Responder
+1 # Paula Moreira 14-05-2018 00:59
Uau! Na mosca! Nada a acrescentar!
O homem deve estar traumatizado depois desse desatre de ingrés!
Psicólogo para ele.
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0 # Manuela Gomes 14-05-2018 00:35
E neste espaço não se exige perfeccionismo na comunicação?
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