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ana gomes

 

A eurodeputada Ana Gomes (PS) negou esta terça-feira, 9, ter um projecto para "dizer mal" de Cabo Verde, reiterando haver "factos preocupantes" na questão da venda de um terreno, na Praia, ao ex-embaixador da União Europeia, José Manuel Pinto Teixeira, e pede divulgação de contrato.

"Não tenho nenhum projecto para dizer mal de Cabo Verde nem das autoridades do país", disse a eurodeputada à Lusa, respondendo a acusações do MpD, que considerou "graves" e "atentatórias do bom nome" dos dirigentes do partido e da imagem de Cabo Verde as suas declarações sobre o alegado favorecimento ao ex-representante da União Europeia, na na compra de 960 m2 de terreno na Prainha, cuja venda fora anteriormente negada a um cidadão cabo-verdiano, está na origem da investigação.

"Pedi uma investigação porque há factos preocupantes", disse Ana Gomes, salientando que "o próprio Estado Português tentou comprar o terreno em causa e não conseguiu e de repente esse cidadão comprou e começou a construir uma casa, mesmo em cima da embaixada de Portugal". "Até hoje não foi divulgado o contrato de compra e venda" do terreno, referiu também.

Em causa, está uma comunicação da eurodeputada socialista ao Gabinete Antifraude Europeu (OLAF, na sigla em inglês) e à chefe da diplomacia e vice-presidente da Comissão Europeia, Federica Mogherini, em que Ana Gomes denuncia suspeitas de benefício pessoal e favorecimento na alegada compra de um terreno, na capital cabo-verdiana, pelo ex-representante da União Europeia em Cabo Verde José Manuel Pinto Teixeira. A OLAF está a investigar a denúncia.

Com DN/Lusa

Comentários  

0 # Menina Atenta 13-01-2018 16:03
Pois. Porque a Camara não mostra o tal contrato. Publica esse contrato e o extrato. Afinal esse contrato é público e não de alguém da camara. Sabe porque não publica??? Porque certamente é uma enganação. A Eurode[censurado]da esta certa em denunciar. Está na hora de exigir responsabiludade. Quem garante não tem dedo desse malfeitor ex embaixador no arresto do avião. Ele veio ká só para mafias e coisas piores. Investigação já. Urge em descobrir todo podridão.
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0 # Ana Cláudia Monteiro 11-01-2018 15:47
NUM PAÍS PEQUENO COMO O NOSSO NÃO DEVERIA SER PERMITIDO A VENDA DE TERRENOS A ESTRANGEIROS, MAS SIM AFORAMENTO COM PRAZO ALARGADO. E PAICV DEVERIA RESOLVER ISSO INTERNAMENTE E NÃO ESTAR A COLOCAR A IMAGEM DE CABO VERDE NA LAMA. CADA VEZ SINTO M AIS NOJO DESSES POLÍTICOS E VEM ESSA PORTUGUESA INTERFERIR. QUEM NÃO DEVE NÃO TEME, MOSTRAM O CONTRATO DE COMPRA E VENDA.
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-1 # João Manuel de Pina 11-01-2018 11:25
Estou sentado na minha cadeira aqui a pensar numa história: a Câmara Municipal de Lisboa, decide livremente, vender um terreno em Lisboa, contíguo à Embaixada de um País X. A compra é feita por um antigo embaixador da União Africana em Lisboa. Aí, surge uma de[censurado]da do Parlamento Africano e diz: opa, calma aí. Esta venda é suspeita, por isso, o organismo que controla a fraude e corrupção na União Africana deve investigar os contornos do negócio entre a CML e o antigo embaixador, porque a Embaixada do País gostaria de comprar este terreno. Por isso, a CML de Lisboa, deve apresentar o contrato de compra e venda do referido terreno. Parece absurdo, uma de[censurado]da da União Africa levantar suspeitas sobre a compra de terrenos em Lisboa, por parte de um ex-diplomata africano. Mas não é absurdo que uma de[censurado]da europeia levante suspeitas e exige que a CMP apresente o contrato de compra e venda de terrenos a um ex-diplomata europeu. Pior, são gentes do dito partido de Cabral, o mesmo que dizem que dizia que "devemos pensar pelas nossas cabeças" que se deixam pensar pela cabecinha desta mulher. Santa Paciência, haja saco. Claro está que defendo que, havendo suspeitas nossas autoridades apurem com rigor este facto. Mas poxa, vida vem mulherzinha de Lisboa exigir a CMP a exibição do contrato de compra e venda de terreno de um terreno de Cabo Verde, em Cabo Verde, é muita cara de pau desta mulher. Todos os dias o Correio da Manhã noticia factos de corrupção em Portugal e não esta mulher a exigir contas a ninguém. Será que o Paicv precisava desta bengala? JHA está muito mal aconselhada, ou a mulher é mesmo uma lesma.
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0 # djimbo 10-01-2018 20:43
É mais que evidente que a Procuradoria Geral da república vai instaurar um processo de investigação para apurar factos de possíveis práticas criminais e saber se há ou não crimes. Porque factos já existe mais que evidente. Basta de problemas diplomático.
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+1 # Perversão dos désput 10-01-2018 11:57
«Mas, nesta etapa não se fala ainda em "factos", mas sim evidências.»
Se já há «evidências» como ainda «não há factos?» As evidências sustentam os factos.
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+1 # Alto Limeira 10-01-2018 11:01
A Câmara da Praia devia saber que essa dis[censurado] entre a Embaixada portuguesa e um representante da União Europeia, que por acaso é também um cidadão português da direita, que por acaso é atrevido e arrogante, ia acabar mal. Eu nunca gostei da cara sinistra desse senhor Teixeira. E porquê que a Câmara da Praia indeferiu as pretensões do cidadão, Agostinho Ferreira, próximo do PAICV e indeferiu também as pretensões da própria Embaixada? Se fosso só entre nós isto não ia dar em nada, mas envolvendo os gigantes europeus, é óbvio que não vai ficar assim.
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+2 # djonguta 10-01-2018 09:24
Não nenhuma diferença entre esta mulher e as pipocas africanas. Mas isso das esquerdas burras. No Ocidente, que acusa eh MP. Denúncias qualquer um pode fazer. Mas, nesta etapa não se fala ainda em "factos", mas sim evidências. A mulher adota o discurso tambarina, nu e cru.
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+2 # Rabeladu 10-01-2018 08:33
Pa investigadu ten fin, y pa dadu povu un satusfason, y pa ten konsakuénsa klaru, kazu provadu ma malandrisa ten.
"Quem não deve não teme"
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