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Ulisses Correia e Silva 400 204

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, afirma que “as condições estavam criadas e a diplomacia funcionou mas outros argumentos sobrepuseram-se” na escolha do presidente da Comissão da CEDEAO.

“Cabo Verde cumpria e cumpre todas as condições para apresentar uma candidatura à Comissão Executiva da CEDEAO, em termos estatutários, porque era a vez de Cabo Verde e em termos de compromissos”, disse o Chefe do Governo, ontem, em Santo Antão, explicando que o país assumiu a regularização das dívidas.

“Efectivamente, Cabo Verde tem uma dívida que soma cerca de 25 milhões de euros que já vem de há mais de 14 anos, mas nós apresentamos uma proposta que foi aceite”, disse Ulisses Correia e Silva, adiantando que a proposta do Governo de Cabo Verde vai no sentido da “regularização dessa dívida em cinco anos, incluindo juros de mora”.

“Arranjos políticos sobrepuseram-se e foram tidos em conta, impedindo que Cabo Verde pudesse aceder a esse cargo de relevo na CEDEAO” , disse Ulisses Correia e Silva, garantindo que todas as condições estavam criadas para que Cabo Verde pudesse apresentar uma candidatura.

Correia e Silva reconheceu que “há coisas que a gente não controla e quem decide são os Chefes de Estado que puseram sobre a mesa outros argumentos que não têm a ver com o cumprimento dos estatutos ou das regras que, normalmente aplicadas, dariam o lugar a Cabo Verde”.

Com Inforpress

Comentários  

0 # Caty Lopes 20-12-2017 11:46
Esta é a frase proferida pelo Doutor Isaias Barreto, sobre o afastamento de Cabo Verde da Presidência da Comissão da CEDEAO: “Apesar de ter formalizado tardiamente a sua pretensão de assumir a presidência da Comissão da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), a Côte d’Ivoire começou a trabalhar nesse processo em Dezembro de 2015” afirmou Isaías Barreto, acrescentando que a delegação ivoiriense “saiu da Cimeira com o seu candidato já nomeado como novo presidente da Comissão” Ainda disse: “No nosso continente e, em particular, na nossa sub-região, os contactos presenciais têm um peso muito grande no processo de tomada de decisão” Estas frases do Doutor Isaias Barreto, diz nas suas linhas e entre linhas, que a diplomacia cabo-verdiana esteve muito mal nesse processo de formalização de candidatura, chegando muito tarde ao terreiro politico e nem se quer fez a chamada diplomacia presencial, junto dos homologos das diferentes diplomacias da CEDEAO, confiando apenas e unicamente na nomeação, por ordem alfabética, que foi uma proposta feita pelo então Governo do PAICV, esquecendo mesmo do Conceito Matematico de ARRANJOS, adaptados nas chamadas estratégias politicas Ivoirense e de outros Estados Séniores dessa Região Africana. Afinal senhor Dr WCS a sua defesa partidària e cor[censurado]tiva do seu Ministro dos Negocios Estrangeiros, Doutor Luîs Filipe Tavares, não rima como essas frases declarativas de um simples cidadão cabo-verdiano de nome Isaias Barreto. Temos de ter a ombridade de reconhecer as nossas falhas e procurar preparar e fazer melhor para novos voos, sem se que se afaste ou demita quem quer que seja. Os Arranjos Politicos do Côte D’Ivoire ou Costa do Marfim, são iguaizinhos aos Arranjos Admininistrativos e Politicos, que fizeram na edição dos chamados MANUAIS DA PRIMA SUECA.
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0 # Caboverdiano 18-12-2017 20:37
mas nha guenti tanto alarido e ninguém ka ta fla kenha k estado d cabo berdi apresenta como candidato??? fodas nos jonalismos ttb. ker dizer es tenta engana tudo alguem ma derrpota e devido a quota. mintira. es ka apresenta alguem k conxi region. alias cv ka coonxi region e nos basoifaria nu kre diria um region k nu ka conxi..nos e branco falso
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0 # Catarino Dias 18-12-2017 12:16
O Sr Primeiro Ministro pode dizer que condições essas foram criadas?
Fizeram o TPC prévio?
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0 # manuel horta 18-12-2017 11:54
É preciso explicar ao país por qual razão não se apoiou a candidatura vencedora de Orlando Dias e que já tinha apoios fortes junto dos países e foi-se buscar uma candidatura fraca e sem apoios. O PM e o MNE devem essa explicação o motivo por trás dessa derrota diplomática e a candidatura para vencer não é discutida na cimeira, mas antes da cimeira e na reunião dos MNEs. Quando MNE viu que José Livramento - por uma série de razões - nunca venceria porque insistiram na candidatura. É mais uma derrota para UCS LF e tal como a escolha de Paulo Rocha e de Alex Reis (que agora vive com a assessora e que anda a advogar) que um dia terão de explicar ao país o porquê. Ainda bem que aí vem um novo partido para varrer a corrupção, a venda da Gamboa e o recebimento de dinheiro vivo.
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0 # FORTES 18-12-2017 11:50
Já li todas as peças noticiosas sobre esta matéria e até agora não pude vislumbrar quem foi indicado, formalmente, como candidato em reprersentação de Cabo Verde.
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0 # 18-12-2017 11:01
A arte de persuasão se faz essencial nestas negociações. e o cabo-verdiano tem-se limitado à arte de bazofaria e de meter dinheiro no bolso.

Agora, é aprender com os erros, sem muito mimimi, e tentar criar novas oportunidades
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