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Quando chegar a hora do voto, as populações de todas as ilhas saberão cobrar, nas urnas aos infiéis e insensíveis, escolhendo o novo grupo que abrange a Diáspora e todos os residentes, seja de que ilha e ou categoria social for.

Somos e seremos sempre um grupo de pessoas idóneas e respeitadoras do conteúdo da constituição do país e as opiniões dos eleitores nacionais.

Acreditamos que as populações rurais e nas periferias das grandes cidades já estão a acordar da sonolência partidária. Já sofreram muito com a hipocrisia dessa gente maldosa e interesseira.

Tudo faremos para que o povo entenda o sistema de campanha utilizado por esses senhores do PAI e do MPD que usam o dinheiro do próprio povo para tentar comprar as suas consciências fragilizadas pela miséria impingida por esses políticos insensíveis ao sofrimento das populações.

Fazer campanhas com o dinheiro do povo, comprando materiais de construção e produtos alimentícios, para os oferecer em troca do voto, é ilegal e tudo faremos para que a justiça funcione e julgue esses criminosos.

Por que razão essas ofertas só aparecem nas épocas das campanhas?

O povo precisa indagar.

Pois os políticos do MPD e do PAICV fazem essas ofertas para ludibriar as consciências dos necessitados durante as campanhas e depois desaparecem durante 5 anos seguidos.

Artigo 23º (Princípio da igualdade)

Todos os cidadãos têm igual dignidade social e são iguais perante a lei e ninguém podendo ser privilegiado, beneficiado ou prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de raça, sexo, ascendência, língua, origem, religião, condições sociais e económicas ou convicções políticas ou ideológicas.

Artigo 25º

(Regime dos direitos, liberdades e garantias)

Os princípios enunciados neste título são aplicáveis aos direitos, liberdades e garantias individuais e direitos fundamentais de natureza análoga estabelecidos na Constituição ou consagrados por lei ou convenção internacional.

Onde está a Rádio e a Televisão Pública para denunciar estes actos. Porque não dar tempo de antena a todos os partidos oficializados para apresentarem os seus programas de informação da sociedade.

Artigo 47º

(Liberdade de expressão e informação)

1. Todos têm a liberdade de exprimir e de divulgar as suas ideias pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, ninguém podendo ser inquietado pelas suas opiniões políticas, filosóficas, religiosas ou outras.

2. Todos têm a liberdade de informar e de serem informados, procurando, recebendo e divulgando informações e ideias, sob qualquer forma, sem limitações, discriminações ou impedimentos.

3. É proibida a limitação do exercício dessas liberdades por qualquer tipo ou forma de censura.

Artigo 57º

(Direito de antena, de resposta e de réplica políticas)

1. Os partidos políticos têm direito a tempo de antena no serviço público de rádio e de televisão, de acordo com a sua representatividade e segundo critérios objectivos definidos por lei.

2. Os partidos políticos representados na Assembleia Nacional e que não façam parte do Governo têm, nos termos da lei, direito de resposta ou de réplica política às declarações políticas do Governo, de duração e relevo, para o conjunto de partidos, iguais aos dos tempos de antena e das declarações do Governo.

3. O direito de antena pode também ser concedido, por lei, a parceiros sociais e às confissões religiosas, legalmente reconhecidos.

4. Nos períodos eleitorais os concorrentes têm, nos termos da lei, direito a tempos de antena regulares e equitativos em todas as estações de radiodifusão e televisão, qualquer que seja o âmbito destas ou a sua titularidade.

5. A lei regula os direitos de antena, de resposta e de réplica políticas estabelecidos neste artigo.

O povo vai ter que consciencializar-se de que essas ofertas são venenosas e que o povo tem o direito constitucional de exigir outra postura do Estado e desses eleitos através das listas partidárias.

O Artigo 7 da Constituição é clara e concisa.

Leiam e aprendam os direitos do cidadão e os deveres do Estado:

Artigo 7

Tarefas do Estado para com o país e o povo.

d) Garantir a democracia política e a participação democrática dos cidadãos na organização do poder político e nos demais aspectos da vida política e social nacional;

e) Promover o bem estar e a qualidade de vida do povo cabo-verdiano, designadamente dos mais carenciados, e remover progressivamente os obstáculos de natureza económica, social, cultural e política que impedem a real igualdade de oportunidades entre os cidadãos, especialmente os factores de discriminação da mulher na família e na sociedade;

f) Incentivar a solidariedade social, a organização autónoma da sociedade civil, o mérito, a iniciativa e a criatividade individual;

g) Apoiar a comunidade cabo-verdiana espalhada pelo mundo e promover no seu seio a preservação e o desenvolvimento da cultura cabo-verdiana;

h) Fomentar e promover a educação, a investigação científica e tecnológica, o conhecimento e a utilização de novas tecnologias, bem como o desenvolvimento cultural da sociedade cabo-verdiana;

i) Preservar, valorizar e promover a língua materna e a cultura cabo-verdianas;

j) Criar, progressivamente, as condições necessárias para a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais por forma a tornar efectivos os direitos económicos, sociais e culturais dos cidadãos;

k) Proteger a paisagem, a natureza, os recursos naturais e o meio ambiente, bem como o património histórico - cultural e artístico nacional;

I) Garantir aos estrangeiros que habitem permanente ou transitoriamente em Cabo Verde, ou que estejam em trânsito pelo território nacional, um tratamento compatível com as normas internacionais relativas aos Direitos do Homem e o exercício dos direitos que não estejam constitucional ou legalmente reservados aos cidadãos cabo-verdianos.

...

Tenho confiança na minha gente e estou otimista que desta não deixarão ser comprados com essas coisinhas que só aparecem de 5 em 5 anos. Receberão identificarão os portadores e denunciarão esses pilantras.

Pois, o pobre coitado será inteligente e receberá as ofertas de campanha como se fosse a retribuição ocasional do que a ele pertence.

E o povo saberá identificar esses comissários políticos que aproveitam dessas campanhas para tentarem enganar o pobre coitado, com ilegalidades.

Essas ninharias que os comissários políticos levam para tentar comprar a consciência do povo sofredor não terão sucessos desta vez. Muitos serão denunciados pelos próprio recipientes.

A nossa gente já entendeu que os políticos lhes faz sofrer de fome para aparecer nas épocas das campanhas como salvadores da pátria.

Depois de 5 anos a sofrer a miserável oferta é sempre bem vinda. É dinheiro do povo a ser utilizado ilegalmente para cometer crime eleitoral.

Nalguns casos até chega-se a atingir o nível de crime de Peculato.

Desta, espero que alguém encha de coragem para gravar uma dessas transações para me enviar e utilizar como prova do crime.

Durante esses anos todos, incluindo os 15 do PAICV no poder, esses homens que adoram faltar à verdade só souberam usufruir do dinheiro do povo, enriquecendo descaradamente sem que o Tribunal de Contas dê um ar de graças investigando essas riquezas políticas nacionais.

O dinheiro é do Povo de Cabo Verde e os políticos são apenas servidores do povo. Os políticos são funcionários do povo.

Mas, tudo indica que os anos de 2020 e 2021 os eleitores serão mais exigentes e escolherão o grupo de gestores com um historial profissional convincente. Apelamos à consciência dos pobres para a realidade de que é submetido.

Este povo Sofredor deve primeiro analisar as peripécias das campanhas e entender que esses senhores os está a usar para adquirirem votos e depois desaparecer por 4 ou 5 anos. O nosso apelo é no sentido deste povo Sofredor ponderar as escolhas nas urnas e mudar a tendência inútil de manter esses dois partidos no controlo das finanças públicas.

Queremos que o povo Sofredor entenda que esses governantes dos últimos 18 anos só se preocuparam em enriquecer com o dinheiro do povo e nunca foram sérios com estes pobres que ainda continuam a viver com falta de alimentação, água e vestuário. Isto tudo, apesar de promessas de maravilhas a vir e que nunca chegam ao povo que votou.

O povo Sofredor precisa reunir nas zonas e convencer os demais a evitar o fanatismo partidário de forma a saber analisar as propostas e votar a consciência.

Já sabem que esses senhores que fazem parte desses grupos que governaram o país desde a independência usam a mesma estratégia de sempre e devem ser conscientes das ofertas oportunas e não deixar essas ofertas influenciar as suas consciências eleitorais.

O povo é quem ordena e o povo unido jamais será vencido.

Cabo Verde precisa de um novo sistema governamental onde os poderes exercem as suas funções e cada cidadão é respeitado de acordo com o conteúdo da constituição.

Cabo Verde precisa de um Parlamento composto por 3 ou 4 bancadas parlamentares onde as propostas de Lei e os Projectos de Lei são debatidos com respeito mútuo e as negociações entre os partidos funcione para o bem da nação e do seu povo Sofredor.

Cabo Verde precisa de uma nova gestão governamental que respeite os direitos e deveres constitucionais do povo eleitor e uma justiça célere e imparcial. A nova gestão governamental será composta de profissionais cabo verdianos que estudaram e trabalharam no estrangeiro onde existe democracia de verdade.

Pretendemos ser um grupo do povo e que defende a soberania nacional, e nunca deixar ser enganado por outros países nem tao pouco fazer negócios sujos e prejudiciais para o país.

Já temos um representante da diáspora como pré candidato à Câmara da Ribeira Brava, São Nicolau e estamos a trabalhar no sentido de aparecer mais emigrantes e residentes interessados a concorrer como independentes nas Autarquias nacionais de 2020. Todos terão o nosso apoio. São Vicente é a ilha que estamos neste momento à espera que apareça um candidato independente para mudar o rumo da ilha. Salvador Mascarenhas, Silva Antonio, Lidio Silva e outros jovens independentes interessados são desde já convidados a recolher as assinaturas necessárias e apresentar as suas pre candidaturas.

Nestas próximas campanhas autárquicas e legislativas o Movimento da Diáspora tudo fará para que o povo das nossas ilhas se sinta parte do processo de desenvolvimento do país.

Pretendemos acabar com a hegemonia desses dois partidos e retribuir os direitos constitucionais a todos os cidadãos cabo-verdianos, de igual para igual.

Estou convicto de que o meu povo já reconheceu a necessidade de procurar uma alternativa governamental, a nível central e regional.

Enquanto Cabo Verde está afogando em dívidas e a pobreza rural e periférica aumentando, os políticos aumentam os valores nas sua contas bancárias pessoais.

Essa infidelidade e traição governamental demonstra a clara intenção dos eleitos actuais.

Estou a falar de ambos os maiores partidos que continuam constituindo bancadas parlamentares na Assembleia Nacional.

Estou convicto de que o povo de Cabo Verde saberá escolher os seus líderes governamentais, aqueles que serão capazes de levar respeito e sentido de estado ao parlamento para negociar entre partidos e resolver os problemas constitucionais, clarificando os deveres e direitos de todos os cidadãos perante a justiça e a sociedade em geral.

Cabo Verde precisa de um Governo de Coligação, onde existirá debates constantes com troca de ideias que servirão para melhorar as atitudes dos governantes em prol do bem da nação e seu povo.

Espera-se a contribuição de todos os cabo-verdianos espalhados pelo universo crioulo.

Todos serão bem vindos ao Movimento da Diáspora (...) que já iniciou o seu trabalho nas ilhas e na diáspora esperando que os milhares de cabo-verdianos (primeira, segunda ou terceira geração) venham contribuir para o desenvolvimento da democracia em todas as ilhas, ao pé de igualdade, trazendo variedade de ideias e experiências profissionais de liderança democrática.

Temos argumentos e pretendemos ser a escolha inteligente da maioria dos cabo-verdianos.

O Cabo-verdiano eleitor já entendeu que com o MPD e o PAICV o povo está “frito” ou “grelhado”.

Ora, esses governantes até já chegaram ao ponto de eliminar a ligação aérea entre São Nicolau e São Vicente, o que demonstra as más intenções deste Governo para com a ilha de São Nicolau e outras.

Está bem patente que com essas decisões arbitrárias e insensíveis às dificuldades sociais e empresariais do país, está-se a correr o risco de ter duas repúblicas em Cabo Verde - Santiago/Praia; interior de Santiago e o resto das ilhas.

Sei que todos estão atentos e que nos receberão de coração aberto para apresentarmos os nossos projectos e como pretendemos executá-los.

Pois transportamos connosco ideias realísticas, inseridas num programa de governação abrangente de todas as ilhas do arquipélago.

Sabemos que o povo sofredor estará connosco e votará em nós.

Este novo grupo que conta com o trabalho árduo de profissionais residentes em Cabo Verde e na Diáspora trará projectos concretos para exploração da água, através de exploração de furos inactivos e a dessalinização da água do mar para água de beber e água salobra para o cultivo nos campos que já nem água das barragens têm para a sobrevivência das plantas.

Inicialmente apresentaremos projectos de comercialização da água e da energia eléctrica para as ilhas de São Nicolau, Interior de Santiago, Maio, Fogo, Brava e Santo Antão.

Com a implementação desses projectos nessas ilhas passaremos a implementar o resultado dos estudos feitos nas ilhas do Sal, Boavista e São Vicente, onde também reconhecemos o poder da produção agrícola.

As energias eólica e solar vão passar a ser o primordial assunto de negócio com os países amigos e os países como Japão com temos boas relações e contratos de pesca.

Esses projectos de energias eléctricas acima referidas passarão a constituir o conteúdo do contrato de pesca entre Japão e Cabo Verde.

Essas são as nossa riquezas naturais e teremos que ser capazes de as saber explorar para a satisfação das populações dispersas nas ilhas castanhas do país.

Temos outros projectos que serão debatidos com as populações antes da elaboração do documento final que será levado ao parlamento para debate e colaboração dos demais partidos políticos nacionais.

Ninguém será excluído. Todos juntos somos Cabo Verde.

Dez ilhas um país.

A nossa luta é no sentido de termos um país inclusivo, justo e governado com transparência e justeza.

Várias são as pessoas idôneas e independentes, residentes no país, que estão sendo abordadas para integrar o elenco governamental.

Esperamos a aproximação dos demais não contactados até agora.

O nosso Governo será um Governo constituído por pessoas com sentido de Estado e respeito para com as populações, sem discriminação alguma.

A frequente falta de respeito para com o povo eleitor acabará no dia que formos eleitos e estaremos junto do povo sempre, em vez de estar a gastar dinheiro em viagens para ir ver um desafio de futebol entre o Sporting e o Benfica e outras viagens desnecessárias que podiam ser delegadas aos embaixadores ou representantes nesses países amigos.

Connosco a contenção das despesas será uma obrigatoriedade de todos os elementos do Executivo e do Parlamento.

Não haverá orçamentos especiais para o parlamento e nem tão pouco será aceite despesas injustificáveis.

A Voz do Movimento da Diáspora

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